Enrico e Layla, amor bruto

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Enrico carregou Layla nos braços com cuidado, como se carregasse o mais precioso dos tesouros, o brilho suave da luz do abajur acentuando os contornos delicados de seu rosto. Ao chegar à cama, deitou-a com gentileza entre os lençóis macios, ajustando o travesseiro para que ela estivesse confortável. Antes que ele pudesse se afastar, Layla abriu os olhos lentamente, um brilho provocativo cintilando em suas íris.

Com um movimento ágil e gracioso, ela deslizou para cima dele, sentando-se em seu colo. Os dedos delicados se apoiaram em seu peito, enquanto um sorriso malicioso curvava seus lábios.

— Achei que estava com sono. — Enrico murmurou, tentando esconder a diversão em sua voz.

— Não estou mais. — A resposta dela foi quase um sussurro, carregada de uma provocação que fez o ar ao redor parecer mais denso.

Ele arqueou uma sobrancelha, um sorriso surgindo em seus próprios lábios.
— Bom saber. — Sua voz tinha uma rouquidão que traía o desejo que já começava a incendiá-lo.

Layla inclinou-se para frente, colando os lábios aos dele em um beijo profundo e fervoroso. Seus movimentos tinham uma mistura de ternura e ousadia, e o aroma suave de sua pele parecia envolvê-lo por completo. Quando seus olhos se encontraram novamente, havia algo hipnotizante naquele olhar, algo que parecia incitar um desafio silencioso.

Ela começou a se mover, os quadris desenhando movimentos sensuais enquanto rebolava, como em uma dança perfeitamente ritmada. Era como se ela estivesse encenando uma lap dance exclusiva, cada gesto uma provocação calculada, cada segundo um teste para o controle de Enrico. Ele sentia o próprio corpo responder àquela tentação de forma inevitável, cada fibra sua sendo consumida por aquela mulher que parecia saber exatamente o impacto que tinha sobre ele.

Os dedos dele encontraram sua cintura, segurando-a com firmeza, mas sem interromper seus movimentos. O calor entre eles era palpável, uma energia que fazia o quarto parecer mais estreito, como se o mundo inteiro tivesse desaparecido, restando apenas os dois. Layla sorria enquanto inclinava a cabeça, o cabelo caindo como uma cortina ao redor de seus rostos, tornando o momento ainda mais íntimo.

Enrico sentiu seu corpo arder em resposta a cada provocação, como se Layla estivesse incendiando cada pedaço de sua sanidade. A intensidade do momento o consumia, e sua respiração pesada denunciava a luta que travava para se controlar.

— Você sabe que está me matando, não sabe? — Ele murmurou, a voz rouca e carregada de desejo, como se as palavras fossem um alívio tênue para o turbilhão que ela causava dentro dele.

Layla inclinou-se ainda mais, o calor de seu corpo envolvendo o dele. Seus lábios roçaram o lóbulo da orelha de Enrico antes de mordiscá-lo levemente, o toque suave o fazendo cerrar os olhos por um momento.

— Posso te fazer uma pergunta? — Ela sussurrou, sua voz carregada de uma sensualidade quase perigosa.

Ele apenas assentiu, os dedos deslizando para apertar a cintura dela com mais firmeza, como se temesse que ela se afastasse.

— Já está cansado de mim? — A pergunta foi feita em um tom provocador, com Layla desenhando pequenos círculos no peito dele com a ponta dos dedos. — Do meu pescoço... — Ela inclinou a cabeça, aproximando o pescoço delicado do rosto dele, exalando seu perfume doce e inebriante. — Do meu cheiro... — Ela deixou os dedos descerem lentamente, roçando de forma tentadora seu próprio decote.

Enrico observava cada movimento, como se estivesse hipnotizado. Antes que ele pudesse responder, Layla tirou a blusa com um movimento decidido, seguida pelo sutiã, expondo seus seios.

— Dos meus seios? — Ela sussurrou, a voz baixa e provocante, enquanto deslizava as mãos por sua pele, acariciando os próprios mamilos de forma deliberadamente sensual.

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