Ones de streamers aleatórios.
PEDIDOS ABERTOS
Isso aqui é uma fanfic logo não tem motivo para levar pra fora daqui ou levar a sério, ninguém é igual ao que eu escrever, se não conseguir entender, peço que não leia.
Sem cronograma pra atualizações, m...
oi O.O esse capítulo vai totalmente contra todos os outros que postei, ele, na verdade mesmo, é um filler que eu escrevi durante um rp meu e como eu não atualizo esse livro faz muito tempo, achei que poderia ser uma boa saída usar esse texto como atualização eu postei uma perguntinha sobre isso no meu perfil, se puder responder lá oq ce acha sobre eu agradeço :D
em resumo, esse capítulo ta em primeira pessoa e faz parte de uma mini coleções de gravações que o nosso felps fictício tem guardadinha. então sim, por favor, imagine que você recebeu esse video aqui dele
ah, seja bem abertos porque tem temas que podem ser meio EITA O.O
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A miniatura do vídeo mostra que foi gravado na vertical e a paisagem tinha claramente um céu escuro, indicando a noite. Felipe parecia em movimento e talvez estivesse andando em direção a câmera no frame, a qualidade baixa não permitia ver muito suas expressões, mas roupas sim. Usava coturnos de cor preta comum, uma saia do tamanho que ele comumente usava e blusa preta também padrão, talvez fosse da coleção de algum amigo. Se colocado o cursor em cima da miniatura e esperar o suficiente, uma prévia do vídeo é carregada, nesse curto gif é mostrado Felipe no mesmo ambiente da capa enquanto caminhava em direção oposta da câmera, quando finalmente para de andar, ele olha para os dois lados e ainda de costas pra câmera ele–. E o gif reinicia.
(...)
Ao clicar e esperar carregar, o vídeo se inicia.
Foi dando desculpas ruins para quem estava comigo e me espremendo entre um monte de gente que consegui sair de perto do estande, que a apresentação da banda de rock estava boa era fato, mas a ideia que tive era melhor do que assistir qualquer show do festival inteiro.
Por ter ido diversas vezes no Lollapalooza, já conhecia todo o lugar de trás pra frente, por isso, logo que saí daquela multidão animada, dei passos certeiros em direção ao meu destino, a única coisa que eu torcia era para ninguém ter tido a mesma ideia que eu, e se essa pessoa estivesse acompanhada por outra seria pior ainda. Durante o percurso, passei por perto dos banheiros da área VIP e minha caminhada diminuiu a velocidade por um pequeno tempo, realmente pensei em mudar de ideia e ir por esse plano B, mas nessa altura ele parecia sem graça e seguro demais para o que eu queria, ignorando a possibilidade e seguindo reto novamente.
Quando mais andava, mais o fluxo de pessoas ia reduzindo, e se alguns casais não estivessem se pegando fervorosamente por um canto ou outro, iria achar que eu era o único com segundas intenções pelo evento.
Talvez cinco ou dez minutos depois de sair do stand, enfim cheguei no lugar que desejava, o encontrando totalmente vazio como queria. Após dar uma averiguada melhor, coloquei a mochila que carregava no chão e a cueca que vestia por baixo da roupa dentro dela, sobrando então somente a saia recentemente ganhada para me cobrir. Fora preciso de pouco para achar um ângulo bom no local esquecido do festival e apoiar o celular em cima da bolsa para o usar, abri o aplicativo de câmera e me afastei, por ora queria apenas conferir a distância e iluminação, mas só de pensar no que em breve iria fazer sentia o coração aumentar as batidas e o pau pulsar contra o tecido da saia decorada manualmente.
Depois de satisfeito, conferi novamente a área e voltei a me aproximar do celular, trocando o modo de foto para vídeo e em seguida colocando para gravar.
Me levantei e dei alguns passos para trás, aparecendo por completo na tela vertical, um sorrisinho de quem sabia que aprontava surgiu em meu rosto e não demorou a ser captado também, esperava que nada passasse despercebido. Demorar nessa situação parecia uma ideia extremamente boa, mas arriscada, por isso escolhi tentar não a fazer e ir logo para a parte principal da gravação, acabando não só com a minha vontade, mas com a curiosidade de qualquer um que poderia me assistir.
Apertei o pau por cima da roupa que usava e logo fiquei de costas para o celular. Ainda que não fosse a parte ou detalhe principal, a câmera mostrava a grande área aberta na minha frente, o céu escuro e uma grade na qual me apoiei, olhando novamente para os lados antes de me ajeitar na posição desejada.
Mantendo o equilíbrio por uma perna apoiada no chão e a mão esquerda na grade, sem rodeios subi a saia e a segurei pra cima justamente com a mão de apoio, a perna direita subiu alguns centímetros do chão e se escorou perfeitamente em uma das partes da barreira, tudo seguindo muito bem meu plano de última hora.
Então, com o corpo minimamente inclinado e virado para o celular que continuava a filmar, a mão com os riscos tatuados foi com força em um dos lados da bunda me fazendo soltar um risinho mesmo que a área tenha ficado levemente avermelhada pelo impacto, indicando que definitivamente ardeu. Após dar uns belos apertos na mesma região, a mão deslizou entre as pernas e alcançou o cacete quase intocado e punhetou de forma breve, por mais gostoso que seja, meu objetivo com isso era outro e eu deveria fazer coisas que aparecessem mais na gravação.
Logo que os dedos ficaram melados o suficiente de pré-gozo, os passei entre a bunda até os sentir entrar facilmente no cuzinho, a noite anterior colaborou e muito nisso. Como no dia do vestido, a expressões reais porém mais exageradas vieram junto com as estocadas que dava, dois dedos logo viraram três e os lábios eram fortemente mordidos para nenhum som sair, não havia música alta o suficiente para me abafar ali.
A mão que me equilibrava e segurava a saia apertava a barra da grade como se eu fosse cair a qualquer momento e a cada segundo nisso eu só queria sentir ir mais e mais fundo, não importando o quanto eu me esforçasse para alcançar isso, nunca era o suficiente para o tesão repentino que me consumiu por inteiro. Para ajudar na situação por completo, a todo momento tinha o caralho roçando no tecido da saia e por mais leve que fosse a interação, me deixava ainda mais desesperado por contato, e como uma coisa leva a outra, a visão só ia desfocando do celular e de onde estava, esquecendo de tudo que não fosse os dedos me invadindo e abrindo espaço para conseguir ir mais fundo.
A única perna no chão já começava a tremer pelo orgasmo chegando quando ouço um barulho vindo do lado contrário do qual olhava, a mão rapidamente parou de estocar e eu virei a cabeça na direção do som, encontrando alguém ali, provavelmente assistindo o show adicional do evento. Logo que ela pareceu perceber que parei de me mexer, fez um sinal confuso com as mãos e que eu não entendi e saiu andando, eu obviamente senti toda a adrenalina de ser pego em algo que não deveria e a experiência com certeza se tornou outra depois dessa.
Isso durou curtos segundos mas foi o suficiente para me fazer retirar os dedos e ficar definitivamente de pé, arrumando a saia de qualquer jeito enquanto me aproximei do celular rindo baixinho, o álcool ingerido fazendo todo o efeito. Então, sussurrando um "me viram" em meio ao sorriso atrevido que carregava, peguei a mochila do chão e a coloquei em um ombro só, enquanto claramente segurava o celular com uma das mãos. E, como se fosse sair do lugar no mesmo estado em que fui pego, dei alguns passos antes de finalizar o vídeo.
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