Anna é uma jovem ômega de 23 anos universitária de medicina na Califórnia, uma garota bela, exuberante e odor atraente. Anna não era uma ômega idiota e submissa, ao contrário disso, era esperta, habilidosa e não tinha medo do perigo, a mesma fazia q...
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O sol ainda subia timidamente no céu quando os primeiros alunos começam a chegar ao campus. É segunda-feira, e o clima carrega aquele misto de preguiça e recomeço.
A semana está só começando.
Os corredores da faculdade vão ganhando vida aos poucos. Alunos com mochilas nos ombros caminham apressados em direção às salas de aula, alguns ainda bocejando, outros com copos de café nas mãos tentando espantar o sono. Os barulhos característicos se misturam: passos apressados, vozes ansiosas trocando os primeiros "bom dia", o tilintar de chaves de professores e o som de carteiras sendo arrastadas.
Nas salas, a luz fria dos projetores começa a iluminar os quadros brancos. Professores abrem slides, cadernos se abrem, e o silêncio inicial vai sendo substituído pelo ritmo das aulas. Em algumas turmas, o conteúdo já começa pesado: fórmulas, debates, anotações rápidas. Em outras, ainda há espaço para conversas descontraídas, revisões do final de semana e planejamento das atividades que vêm pela frente.
Era 7h20 da manhã e o corredor do prédio já estava cheio de alunos de jaleco branco, alguns com café na mão, outros com o estetoscópio pendurado no pescoço. A aula começa às 7h30, mas muitos chegam antes, revisando anotações, comentando o caso clínico da semana ou reclamando, com humor cansado, da carga de estudos.
A sala de aula tem aquele cheiro característico de café e papel. Os alunos se acomodam, alguns abrem cadernos ou tablets, outros ligam os notebooks. A professora entra com uma postura firme e cordial. Médica experiente e alfa. Uma linda mulher loira, alta e de personalidade forte. Ela dá aula de Fisiopatologia, uma das disciplinas mais desafiadoras do semestre. Traz consigo alguns slides e uma caixa com materiais anatômicos.
— Bom dia, pessoal. Hoje vamos falar sobre insuficiência cardíaca congestiva. — anuncia ela, já projetando o primeiro slide com o diagrama do coração. A turma se organiza. A maioria acompanha com atenção em Medicina, tudo pode cair na prova, mas mais importante: tudo será útil no futuro, na prática clínica.
A professora começa explicando os mecanismos fisiológicos, mas logo conecta o conteúdo com a clínica: descreve um paciente fictício com cansaço, dispneia, edemas. Alguns alunos levantam a mão, outros discutem em voz baixa. É um treino constante entre teoria e prática.
O relógio já marcava 7h52 quando Anna desceu correndo do ônibus, o cabelo ainda meio preso de qualquer jeito e a mochila balançando nas costas. A aula tinha começado há mais de 20 minutos.
Com passos apressados, atravessou o portão da faculdade quase sem cumprimentar o segurança, que já a conhecia de vista. O céu ainda estava cinzento de manhã cedo, e o vento gelado batia no rosto, mas ela mal sentia estava focada em chegar. Subiu os degraus dois de cada vez, desviando de grupos que caminhavam devagar, como se o tempo fosse outro para eles.
No corredor, o som dos saltos apressados ecoava entre as paredes. Enquanto corria, tentava lembrar se tinha impresso o resumo que precisava.