Mais um dia se passou, Ah-yu já havia chegado da escola e estava em casa assinando alguns papéis do hospital novo.
Logo que deixou os papéis preenchidos, Ah-yu colocou na gaveta do escritório de seu pai e foi se arrumar para ver Han Seo-jun no hospital.
A garota tomou um banho e colocou um body de manga longa e gola alta na cor preta, uma calça jeans pouco larga no comprimento e cintura baixa, mostrando pouco da pele na cintura por conta do body. Um coturno preto simples e uma jaqueta de couro que pegou de Han Seo-jun.
Acessórios não eram muitos, só o colar que Han Seo-jun havia dado no acampamento da escola, uma pulseira prata de corrente trançada, a aliança que Han Seo-jun havia dado, nas orelhas continham uma argola pequena e uma argola no helix.
A garota já estava pronta, pegou suas chaves e foi de moto até o hospital.
Adentrando no hospital, bem na entrada ela encontra Seo-jun e Ju-kyong conversando.
Ao chegar perto, a garota escuta Ju-kyong preocupada com Su-ho, disse que esperava que ele estivesse se recuperando rápido igual Seo-jun.
— Oi tigrão — Ah-yu da um beijo rápido no namorado e volta sua atenção a Ju-kyong que estava a sua frente. — Oi Ju-kyong, por que não disse que viria? Eu dava uma carona.
— Oi Ah-yu, eu vim do trabalho.
— E...? Eu te buscava, não tinha problema. Na próxima me avisa.
— Tudo bem, vou deixar vocês sozinhos e ir ver o Su-ho, até depois.
A garota se despediu do casal e foi a procura de seu namorado.
— Com todo o respeito, da uma voltinha!
Seo-jun quebra o silêncio afastando a garota e fazendo ela rodar devagar no mesmo lugar, analisando ela de cima a baixo com um sorriso no rosto.
— Gostou? — a garota pergunta parando e dando um espaço para ele analisar melhor.
— Com toda a certeza, gata! — Seo-jun olhava ela sem se distrair com nada, e de vez em quando dava uma mordida no lábio discretamente.
— Espera, eu conheço essa jaqueta!
Seo-jun finalmente reconheceu a jaqueta dele que a garota vestia.
— Coisa da sua cabeça, meu bem. — Ah-yu fala claramente mentindo.
— Dês de quando essa jaqueta está com você?
— Nem eu lembro, mas faz tempo.
— Por isso eu não achava nunca.
Ah-yu ia se aproximando mais de Seo-jun, e claro que Seo-jun ajudou nisso.
O garoto colocou sua mão que tinha o gesso na cintura da garota, puxando ela com firmeza para mais perto.
— Opa, calma lá tigrão, seu braço está engessado e se você ficar.... — Ah-yu estava falando enquanto pegava na mão do garoto que estava na sua cintura, e então finalmente percebeu que ele não estava mais com o gesso. — Tirou o gesso!
— É, disseram que eu podia tirar.
Seo-jun disse orgulhoso, mechendo o braço que não estava mais com o gesso.
— Está se recuperando rápido, Jajá tira o outro!
Foi a vez de Ah-yu ficar orgulhosa.
Os dois estavam voltando para o quarto quando viram Ju-kyong parada na porta, escondida, quando os dois chegaram perto, viram que o pai de Su-ho estava na sala, e os dois aparentemente estavam brigando.
Para não atrapalhar, os três ficaram na porta escutando tudo, Seo-jun estava em um estado de choque, parecia que o assunto da discussão afetava o garoto.
Eles continuaram ali ouvindo tudo, até Su-ho gritar com seu pai pedindo para ele sair e logo cair na cama do hospital com a mão no peito.
Todos assustados entraram no quarto para ajudar, Ju-kyong foi a primeira a se intrometer no meio dos dois para ajudar.
Seo-jun parecia assustado, sem saber o que fazer.
Ju-kyong estudou por anos sobre primeiros socorros, então agiu de pressa.
Ah-yu tirou sua jaqueta e foi em direção a Su-ho, afastando o pai do garoto e Ju-kyong.
Ah-yu colocava ele deitado de barriga para cima, analisando as expressões faciais do garoto.
— Ele se expôs muito ao estresse, parece um ataque de pânico. Chamem as enfermeiras, de pressa!
Ah-yu ordenou e Ju-kyong obedeceu, saiu correndo gritando por ajuda, enquanto o pai do garoto gritava ao lado de Ah-yu, pedindo para Su-ho acordar.
Em poucos segundos as enfermeiras chegaram e levaram para a observação.
Enquanto Su-ho foi levado para a observação, Ah-yu foi de encontro com Ju-kyong que ainda estava em choque e chorando, então a garota abraçou a mais baixa, acalmando ela e observando Seo-jun, querendo ou não, eles não se odiavam a ponto do outro não sentir nada quando o outro está mal.
Momentos mais tarde, o médico passou a análise para todos confirmando a análise que Ah-yu já havia feito na sala. Era ataque de pânico, ele se alterou muito, causando o aceleramento dos batimentos cardíacos, a falta de ar, e a perda de consciência.
Ju-kyong estava no quarto com Su-ho, o pai do garoto estava conversando com o médico, Ah-yu e Seo-jun estavam próximos ao pai de Su-ho quando o médico se retirou.
— Princesa, eu vou ali falar com ele, já volto tá?
— Tá bom amor, vou buscar alguma coisa para a gente comer, quer algo?
— Sim, por favor! Não aguento mais essa comida de hospital.
Su-ho disse rindo e indo em direção ao homem enquanto Ah-yu foi buscar algo para comerem.
🏍️
Já era tarde da noite, Ah-yu já havia ido embora e deixado Ju-kyong em casa.
Ah-yu estava planejando uma fuga da madrugada do hospital com Seo-jun por alguns minutinhos, então a garota pegou a jaqueta de couro novamente, suas chaves e foi com sua moto em direção ao hospital.
Já havia fechado para visitantes, então ela precisou entrar escondida.
Ao passar pelos enfermeiros escondida e ir em em direção ao quarto, ela vê que nem Seo-jun e nem Su-ho estavam no quarto, então ela decide andar pelo hospital a procura deles.
Chegando em uma parte do hospital, ela vê Su-ho na cadeira de rodas e Seo-jun sentado em uma das cadeiras que haviam no local, e ambos estavam olhando para fora, aparentemente estavam se entendendo, ou tentando.
Ah-yu viu que era um momento dos dois, então voltou para o quarto, deixou a pulseira com um pingente de chave que Seo-jun usava sempre, mas que havia "perdido" no acidente, e foi para casa.
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my- "bad girl"?
FanfictionJin ah-yu, uma garota "bad girl" mas muito bobona se conhecer bem. Han seo-jun, um garoto "bad boy" porem bem bobão se for bem próximo. Diria almas gêmeas?
