Capítulo 1 A Europa morreu em Auschwitz

5 0 0
                                    


01/07/2015


Recebi o conteúdo do e-mail abaixo numa corrente de internet; devido à extraordinária importância e atualidade de vários temas focados nesse artigo, não posso deixar de reproduzi-lo NA ÍNTEGRA, e, por ser um tema que me toca profundamente e que clama por debate franco e ecumênico, senti-me estimulado a tecer algumas considerações, que visam unicamente tentar colocar um novo prisma sobre certos aspectos omitidos ou deixados na obscuridade pelo artigo, mesmo sabendo que além de desagradar a muitos, dada a natureza incendiária e polêmica dos assuntos aqui abordados, a empreitada a que me proponho poderá ser incomensuravelmente maior do que a minha modesta envergadura intelectual e um Nêmesis inatingível para os escassos conhecimentos históricos, sociológicos e humanistas que disponho; como no entanto o espaço me pertence e ainda temos o privilégio de viver em um mundo aonde o pensamento livre é um direito inalienável de todos os seres humanos, arrisco-me a "meter a minha colher" neste autêntico "vespeiro" intelectual.

Eis o texto, na íntegra:

TODA A VIDA EUROPEIA MORREU EM AUSCHWITZ

VERDADEIRO e TRISTE... CONTINUA ATUAL...

O seguinte artigo publicado na Espanha, em 2008, foi escrito por um não judeu.

...

Ele ofenderia muitas pessoas. Foi escrito pelo espanhol Sebastian Vilar Rodriguez e publicado em um jornal espanhol, em 15 de janeiro de 2008.

Não é preciso muita imaginação para extrapolar a mensagem ao resto da Europa e possivelmente ao resto do mundo.

TODA A VIDA EUROPEIA MORREU EM AUSCHWITZ

​ ​

Desci uma rua em Barcelona e descobri, repentinamente, uma verdade terrível. A Europa morreu em Auschwitz. Matamos seis milhões de judeus e os substituímos por 20 milhões de muçulmanos.

Em Auschwitz queimamos uma cultura, pensamento, criatividade e talento. Destruímos o povo escolhido, verdadeiramente escolhido, porque era um povo grande e maravilhoso que mudara o mundo.

A contribuição deste povo sente-se em todas as áreas da vida: ciência, arte, comércio internacional, e, acima de tudo, como a consciência do mundo. Este é o povo que queimamos.

E debaixo de uma pretensa tolerância, e porque queríamos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as nossas portas a 20 milhões de muçulmanos que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devido ao pouco desejo de trabalhar e de sustentar as suas famílias com orgulho.

Eles fizeram explodir os nossos comboios, transformaram as nossas lindas cidades espanholas, num terceiro mundo, afogando-as em sujeira e crime.

Fechados nos seus apartamentos que eles recebem, gratuitamente, do governo, eles planejam o assassinato e a destruição dos seus ingênuos hospedeiros. E assim, na nossa miséria, trocamos a cultura por ódio fanático, a habilidade criativa, por habilidade destrutiva, a inteligência por subdesenvolvimento e superstição.

Trocamos a procura de paz dos judeus da Europa e o seu talento, para um futuro melhor para os seus filhos, a sua determinação, o seu apego à vida – porque a vida é santa –, por aqueles que prosseguem na morte, um povo consumido pelo desejo de morte para eles e para os outros, para os nossos filhos e para os deles.

Que terrível erro cometido pela miserável Europa.

Os judeus não estão promovendo lavagens cerebrais a crianças em campos de treino militar, ensinando-os a fazerem-se explodir e causar um máximo de mortes a judeus e a outros não muçulmanos.

Os judeus não tomam aviões, nem matam atletas nos Jogos Olímpicos, nem se fazem explodir em restaurantes alemães.

Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja. NÃO há um único judeu que proteste matando pessoas.

Os judeus não traficam escravos, não têm líderes a clamar pela Jihad Islâmica e morte a todos os infiéis. Talvez os muçulmanos do mundo devessem considerar investir mais numa educação modelo e menos em queixarem-se dos judeus por todos os seus problemas. Os muçulmanos deviam perguntar o que poderiam fazer pela humanidade antes de pedir que a humanidade os respeite.

Independentemente dos seus sentimentos sobre a crise entre Israel e os seus vizinhos palestinianos e árabes, mesmo que creiamos que haja mais culpas da parte de Israel, as duas frases que se seguem, realmente, dizem tudo:

"Se os árabes depusessem, hoje, as suas armas não haveria mais violência. Se os judeus depusessem, hoje, as suas armas, não haveria mais Israel." (Benjamin Netanyahu)

Por uma questão histórica, quando o Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight Eisenhower, encontrou todas as vítimas mortas nos campos de concentração nazista, mandou que as pessoas, ao visitarem esses campos de morte, tirassem todas as fotografias possíveis, e para os alemães das aldeias próximas serem levados através dos campos e que enterrassem os mortos. Ele fez isso porque disse de viva voz o seguinte:

"Gravem isto tudo, hoje. Obtenham os filmes, arranjem as testemunhas, porque poderá haver algum malandro lá embaixo, na estrada da história, que se levante e diga que isto nunca aconteceu."

Recentemente, no Reino Unido, debateu-se a intenção de remover o holocausto do currículo das suas escolas, porque era uma ofensa para a população muçulmana, a qual diz que isso nunca aconteceu.

Até agora, ainda não foi retirado do currículo. Contudo, é uma demonstração do grande receio que preocupa o mundo e a facilidade com que as nações o aceitam.

Já passaram mais de 60 anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial. O conteúdo deste e-mail está sendo enviado como uma cadeia, em memória aos 6 milhões de judeus, dos 20 milhões de russos e dos 10 milhões de cristãos.

Agora, mais do que nunca, com o Irã, entre outros, reclamando que o Holocausto é um mito, é imperativo assegurar-se de que o mundo nunca esquecerá isso.

É intento deste e-mail chegar a 400 milhões de pessoas. Que seja um elo na cadeia-memorial e ajude a distribuí-lo pelo mundo.

Depois do ataque ao World Trade Center, quantos anos passarão antes que se diga: NUNCA ACONTECEU, porque isso pode ofender alguns muçulmanos nos Estados Unidos?​


Autoria : Sebastian Vilar Rodriguez (Espanha)

A  EUROPA  NÃO  MORREU  EM  AUSCHWITZWhere stories live. Discover now