Saudades

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Saudades de ver crianças na rua,
Brincando sem parar
Até a noite ficar bem escura.

Batia na carta pra ela virar,
O gol entre os sapatos teria que marcar,
Pegava uma pedra enquanto a outra jogava no ar.

“Eu vou me esconder
Você me achar,
Quem chegar por último
É o próximo a procurar!”

Hoje em dia não se vê,
Que triste isso acontecer.
O celular tomou conta,
Das brincadeiras que na rua não se encontra.

Dito ao tempo - rimas/poemaOnde histórias criam vida. Descubra agora