Slow hands and laughts

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__ Quer sair daqui? – a voz rouca disse em um sussurro.

__ E pra onde iríamos? – Louis o olhou, curioso.

__ Para algum lugar onde eu possa te jogar na parede e te beijar inteirinho! – a voz estava perigosamente perto e Louis sentiu como se tivessem ateado fogo em seu corpo todo.

Puta merda!!!!!

Harry estava, definitivamente, bêbado!

E Louis, definitivamente, excitado!

__ Você está bêbado, Styles! – Louis negou rindo.

__ Talvez. – Harry concordou erguendo a cerveja que tinha nas mãos, como se estivesse brindando a algo – e você está excitado!

__ Talvez... – Louis xingou-se mentalmente por ficar corado com aquilo – mas não tem como provar.

__ Na verdade, eu tenho as evidencias, bem aqui. – Louis deu um pulo quando sentiu a mão grande de Harry apertando seu pau , confirmando o que ele já sabia, estava excitado.

Mas quanta audácia dessa girafa encaracolada!!!

__ Posso estar excitado. – tentou se controlar enquanto Harry movia a mão no meio de suas pernas e roubando sua sanidade – mas não significa que seja por sua causa!

__ Você é um gatinho arisco, Tomlinson. – Harry estava próximo demais. Socorro! – mas eu terei muito prazer em domar você.

Harry pegou a mão de Louis e levou até sua própria ereção se formando. O pequeno estava sem reação. Ele queria tocar aquele corpo e talvez morder inteirinha cada pedaço daquela pele de marfim. Mas estava apavorado com aquelas investidas do encaracolado. Era evidente que não sabia o que estava fazendo, estava sendo movido pelo álcool em seu organismo e possivelmente, por carência.

Mas isso não lhe dava o direito de assediá-lo daquela forma tão descarada. Estavam em uma festa para uma criança, cheia de pessoas que sabia bem quem eles eram. Louis olhava para todos os lados, tremendo de medo de serem flagrados naquela situação tão embaraçosa. Harry acariciando seu pau e ele com a mão no meio das pernas do outro, fazendo o mesmo.

E sim, Louis estava apertando a ereção de Styles e adorando senti-lo cada vez mais duro e pulsante entre suas mãos.

Não era aceitável a maneira como esse maldito o desestabilizava com tanta facilidade. Tudo o que Louis queria naquele momento era sair dali e arrancar toda a roupa de Harry e perder-se em seus braços.

Que se fodam as consequências disso depois...

Nesse momento ele teve certeza de que estava pensando com a cabeça de baixo, porque o cérebro e a sanidade já o havia abandonado desde o primeiro toque.

__ Harry...pare com isso... – pediu quase como um gemido.

__ Por que negar o que já posso sentir em minhas mãos?

__ Tommo, eu já...opa, opa! – Niall surgiu sabe Deus de onde e ficou olhando os dois naquela situação – oh meu Deus! Eu ia perguntar se já podemos ir embora, mas...acho que está um pouco ocupado agora.

Yeah! Niall estava rindo sem nem tentar disfarçar.

Harry estava o olhando rir e rindo junto, como o retardado que era. Louis quis bater nele por isso, mas apenas o afastou com raiva, quase o derrubando do banco. Niall correu para socorrê-lo e ambos continuavam rindo. Louis cruzou os braços sobre o peito e ficou batendo o pé no chão, como uma criança birrenta. Quando notou que os dois estavam encarando o volume em sua calça, praguejou alto e virou as costas.

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