Esquecemos e julgamos o mundo por vale a pena, sofremos pela jornada,
Um morre para todos para salvar centenas, quem precisará de nós construímos prédios tão grandes e ainda não preenchemos o vazio de dentro.
Procuramos a beleza, em função de status
Sorvete sabor cereja, bestialidade em forma de besteiras impondo mais hábitos e costumes a sociedade hipócrita.
Que te mata e te deixa se matar,
O mal sempre hábitou aqui,
Por isso sempre fingimos ser felizes, usando máscaras.
Precisamos de paz coração quebrou e eu não consegui juntar os pedaços seguindo como um copo de vidro colado com cola.
Cortaram nossos pés, mais as asas que nos foram dadas nunca serão cortadas, nunca acabarão com tudo isso, ou talvez eu apenas esteja mentindo pra mim mesmo, pra não me sentir pior,
Fingir sorrisos pra esconder lágrimas de saudade, mais tem hora que não da pra segurar, eai o choro vem e a minha única ação e enxugar as lágrimas.
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Bloco de Notas
PoesíaColeção de poemas escritos de forma autoral, que falam sobre a vida, morte, alegria e tristeza e tantos outros sentimentos, baseados na experiência do autor, com a sua maneira de expressar os seus sentimentos sobre a vida cotidiana. Escrito em: (201...
