Gabriella
Me deito na cama, totalmente pelada em sua frente, suas mãos passeiam por todo meu corpo me causando um arrepio.
Beijo seus lábios sentindo um gosto diferente algo que nunca tinha sentido por nenhum homem, me sento no seu colo sem me separar de seus lábios.
Começo a rebola em seu pau que tava nitidamente duro em sua bermuda, suas mãos passeiam pela minha bunda apertando e distribuindo vários e vários tapas.
Começo a abaixa sua bermuda junto da cueca, sinto seu membro roçando na minha entrada
Ele puxa uma camisinha de dentro da gaveta do criado mudo e a rasga com a boca, me inclino um pouco e o mesmo coloca a camisinha.
Paulo se ajeita na minha entrada me tirando um suspiro, começa metendo devagar enquanto suas mãos estavam no meu quadril.
- Gostosa do caralho - fala em meio aos suspiros, passa a mão no rosto e logo em seguida aumentar os movimentos.
Fecho meus olhos sentindo cada parte sua dentro de mim, eu não sentia tesão por um homem a muito tempo.
- Fica de quatro piranha - fala em meu ouvido .
Faço o que o mesmo avia pedido, empino a bunda e abro minha pernas. Paulo entra de uma vez só me tirando um gemido alto, ele começa a da várias estocadas sem dó me obrigando a fechar os olhos.
Paulo puxa meu cabelo me fazendo chegar pra trás, agarro o lenço assim que sinto minhas pernas tremerem
- Vagabunda
Ele sai de dentro de mim sem preliminar, o mesmo tira a camisinha a jogando no chão
- Bora que agora tu vai me mamar - fala me arrancando um sorriso
Começo batendo uma punheta pro mesmo que passa a mão no rosto, chupo apenas a cabeça, fazendo ele distribuir vários tapas na minha cara.
Coloca metade do seu membro na minha boca, é muito grande admito. Quando começo a te chupar com vontade escuto uma batida na porta do quarto.
- Não quero atrapalhar a foda mas a neném não para de chorar morena
Tiro seu pau da boca e o mesmo me segura pelos cabelos me forçando a olhar em seus olhos.
- Daqui a pouco nois desce marca 10 aí - fala sem desvia o olhar do meu
Paulo aperta meu pescoço me fazendo desviar o olhar do seu, sinto seus lábios passearem pela minha bochecha me causando um arrepio.
- Para - digo por fim voltando a encarar seus olhos.
Seus olhos ficam pregado aos meus, tento desviar o olhar mas o mesmo não deixa, sua mão estava em meu pescoço me impedindo qualquer movimento.
- Você sabe que isso não término aqui - fala sem desviar o olhar do meu
Aquilo me incomodava muito, fecho meus olhos me deixando entrega a ele. Eu queria chorar.
- Porque você fode com tudo? - pergunto sem abrir os olhos, passo minhas unhas em seu cabelo sentindo como ele tava quente.
Ele segura meu maxilar com força me fazendo abrir os olhos, estávamos tão perto..
- Tu agora é minha - fala me arrancando um selinho.
Ele se vira começando a se vesti, fico só observando o mesmo se arrumar, ele sai do quarto sem olhar pra trás, solto o ar que prendi sem nem perceber.
*Sorriso*
Deixo o quarto e desço as escadas as pressas, tinham quatro soldados na sala, dois tentando acalmar Carol e os outros com cara de paisagem.
- Espero que na hora que eu precisar matar alguém os quatro também estejam lá - digo chamando atenção de todos.
Pego Carol do colo do Dedé, a mesma me olha curiosa era igual Gabriella.
- Qual foi pai ? geral achou que tavam sequestrando a morena aí nois viu que era a neném - fala tentando se justificar.
- Cala boca Dedé, tu não me engana não - falo e o mesmo fecha a cara.
Carol começa a chorar no meu colo, abriu o berro que doía até os ouvidos, tento brincar com ela pra vê se distraia ela, foi em vão .
- O demônio - me viro dando de cara com Gabriella embrulhanda no roupão - Ela tá cagada não tá vendo não - Olho pra mesma que desce as escadas - tem cinco homem aqui e ninguém pode pelo menos vê a frauda dela, ela tá podre cês não tão sentindo não ? - pergunta olhando pra todos
- Sei troca frauda não dona - fala Pirulito
- Pos devia aprender, sua mulher num tá grávida ? - pergunta toda atrevida
- Ó Gabriella para de arranja briga com os caras - peço e a mesma me olha feio e sobe as escadas
Olho prós caras que solta a risada, me sento no sofá e mando geral volta pro trabalho.
Pego meu celular vendo várias mensagens, ignoro todas e respondo apenas Bigode que tava me chamando pro churras no sábado.
- Vai querer jantar aqui ?- pergunta entrando na cozinha
- Cê quer que eu pegue o menino na escola ?
- Quero sim, vai ou não ?- pergunta denovo
- Vou - digo me encostando na bancada fico encarando ela enquanto pegava algumas coisas na geladeira
- Licença - fala colocando um monte de coisa na bancada e me empurrando com o braço
Não mexi um músculo se quer, dava pra ver como ela tava com raiva.
- Tá cheirosa hein - digo passando a mão em sua bochecha
- Sai véi, você tá me estressando - fala sem me olhar.
Dou um tapa na sua bunda e saio da casa correndo, como eu ia pega o pivete dela teria que ir na boca da 14 pra pegar um carro.
Caminho na rua recebendo várias cantadas das piranhas emocionadas, isso já tava me enchendo o saco, entro no beco mais próximo cortando pra chegar na boca.
Entro na sala e vejo se tá tudo em ordem, pego a chave de um Gol e meto pé pra escola do pivete. Faltava cerca de 30 minutos pra ele sair, me encosto no carro e acendo um verde, já tinha altos pais esperando na frente da escola pra pegar seus filhos.
Paro meu olhar em uma morena rabuda, eu conhecia muito bem aquela bunda, ela tava de costa não dava pra vê quem realmente era.
Pego minha lupa e caminho até a frente da creche, fico perto o bastante pra olhar pra vagabunda a minha frente.
- Desde quando eu autorizei vagabunda na minha quebrada ?- digo e a mesma me olha com os olhos arregalados
Mais 1 pra vcs !
Que tal temporada ? 1/3 ainda hj !!!!
Amo vcsssss ♥️🧡💛💚💙💜🖤
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Atrás das grades (MORRO)
Teen FictionComo tudo começou.... Gabriella dona de casa, mãe de duas crianças, mais uma vítima de abuso sexual . Não é atoa que ela decidiu fugir de casa, colocando tudo que ela mais amava em jogo. Em menos de 1 mês acontece a maior reviravolta na sua vida, s...
