3 de Junho - Domingo à noite.
Osaka — Japão
A família Minatozaki não havia chegado nem aos trinta minutos do jantar, e Sana já não suportava mais estar naquele restaurante, ouvindo sobre assuntos dos quais não lhe interessava nem um pouco. Por que ela deveria saber sobre o peixe de quase um metro que o senhor Nakamoto e seu filho pegaram juntos? Não fazia a menor questão de ouvir aquilo, mas sabia que precisava forçar um sorriso e mostrar que estava realmente prestando atenção nas palavras do homem. Seu pai, por outro lado, exibia um sorriso largo, completamente atento às palavras do outro empresário à sua frente.
Yuta, o filho de Hiroki, também não parecia estar muito presente naquela noite. O homem estava mais interessado em seu celular, verificando a tela a cada minuto, o que chamava a atenção de Sana, que o observava discretamente. Ela precisava de um jeito de convencê-lo a sair com ela, embora ainda não soubesse como faria isso. Afinal, por quanto tempo aquele jantar iria durar?
— Mas eu devo dizer, Hayato, a sua filha é realmente belíssima, veja só esses olhos — Hiroki olhou admirado para Sana e ela retribuiu com um sorriso encantador, fazendo questão de impressionar o senhor Nakamoto com todo seu charme.
— Ela não é perfeita? Devo tudo isso a minha esposa — Hayato comentou com orgulho, seus braços se entrelaçaram com os de sua esposa, que estava ao seu lado com um sorriso tímido. — Seria cruel se puxasse a mim.
— Ora, Hayato, que exagero. — Amaya tocou brevemente no braço do homem, enquanto sorria sem jeito.
— Não diga isso, otousan! — Sana respondeu, encostando sua cabeça no ombro de Hayato, ganhando um afago no rosto. — O senhor não acha que também puxei para o meu pai bonitão? — Ela acariciou o queixo de seu pai, que riu envergonhado e negou, dando-lhe um sorriso cúmplice.
— É realmente possível notar a semelhança entre os dois. — O Nakamoto respondeu ajeitando seus óculos no rosto, rindo tão divertido quanto os outros. — É tudo o que posso afirmar. — Completou entre gargalhadas e parecia que ele e Hayato tinham o mesmo humor, pois foi se passando o jantar entre muitas gargalhadas entre os dois homens.
Já passava das dez e meia da noite, e enquanto Hayato insistia que a noite não seria sobre negócios, ele estava se afastando dos planos que tinha feito com sua filha e por esse motivo a mais nova resolveu intervir.
— Ahn... paizinho, o senhor sabe que terei que viajar amanhã cedo. — A Minatozaki olhou para o mais velho, que já se encontrava vermelho por conta da quantidade de álcool que estava consumindo. — Mas eu não queria que vocês precisassem sair agora. — Forçou um sorriso envergonhado, olhando ao redor da mesa, notando que a atenção era toda para ela outra vez naquela noite. Sua mãe olhava atenta para a interação, sabia bem que era só uma desculpa de sua filha.
— Uh, é verdade, minha princesa. — Hayato em poucos segundos também pareceu sacar do que se tratava. — Err... Hiroki, você se importa se eu for deixar a minha filha em casa? — O homem fez menção de que iria se levantar, mas na mesma hora, tanto Sana, quanto Amaya as impediram.
— Você não está em condições nem de ser passageiro, querido. — Amaya falava se preocupando só de pensar na possibilidade de deixar seu marido dirigir totalmente bêbado, ainda mais com a filha única do casal. — É melhor irmos.
— Ah, não diga isso, senhora Minatozaki. — O Nakamoto mais velho protestou, desanimando ao perceber que a noite poderia chegar ao fim tão cedo. — Nós mal começamos a nos divertir, por favor, fiquem. — Pediu sorridente, estava tão vermelho quanto o patriarca da família Minatozaki. — Yuta, meu filho, por que não leva a senhorita Sana? — Hiroki questiona para o primogênito, que estava distraído e ao ouvir o que o pai falou, acabou o olhando de supetão.
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Fun or Love? (Reescrevendo)
FanfictionChou Tzuyu, estudante de intercâmbio, estava no último ano do ensino médio e era completamente frustrada pelo fato de ainda ser virgem e por ter beijado apenas uma boca em toda sua vida. Pensando nisso, resolveu que iria mudar sua situação e iria fa...
