♡• Amores, precisamos ter uma conversa sincera.
Diferente do ano passado, este ano eu decidi unir dois especiais em um só. Esse detalhe acabou sendo revelado em cima da hora, e isso aconteceu simplesmente porque não tive tempo em outubro e dezembro foi a oportunidade perfeita que encontrei para colocar essa ideia em prática.
Para quem não sabe, eu sou verdadeiramente apaixonada por terror, suspense e drama. Se eu seguisse carreira no cinema, posso afirmar sem medo que esse seria o único ramo que eu aceitaria trabalhar — é o que me atrai, o que me instiga, o que me move criativamente. Isso não é algo novo, apenas nem sempre aparece de forma tão evidente nas minhas obras.
No entanto, alguns acabaram interpretando o especial de forma completamente equivocada. Houve quem concluísse que eu seria “satânica” ou que estaria tentando “destruir a imagem e a essência do Natal” com esse enredo, o que não é verdade, convenhamos.
Mesmo sendo uma obra curta, com apenas dois capítulos, existe uma mensagem ali. Essa mensagem, inclusive, não nasceu do nada: ela foi construída a partir de filmes e séries que usei como inspiração, elementos que reuni, adaptei e transformei em algo único. O problema é que, muitas vezes, o que escrevo é lido sem pausa, sem reflexão, sem atenção às entrelinhas — e isso abre espaço para interpretações precipitadas que me colocam, agora, na posição de precisar pedir desculpas por algo que sequer sei exatamente o quê, além de explicar o óbvio: sim, até um especial pode — e deve — ter uma mensagem. +