Hoje eu estava contando sobre um capítulo que eu havia escrito para uma criança e me impressionou o fato dela ter identificado um furo de roteiro kkkk:) Aí eu falei para ela que não tinha problema, era só resolver dessa forma, que o leitor teria que engolir e ela disse que continuaria ficando estranho. Daí, sentindo-me vencido pelo argumento, decidi tomar a via mais longa. Com isso, aprendi a lição de que não podemos fazer nossas vontades de forma conveniente, pensando que o nosso leitor tem o cérebro desligado.