Gente, já tenho capítulo prontinho pra postar, só falta aquele toque especial: as imagens. E, sério… eu amo essa parte. Pra mim, é quase como abrir uma janela na cabeça de quem lê, dar cor, textura, cheiro pra cena. É onde a imaginação ganha corpo.
Mas já vou avisando: não vou seguir cronograma.
Meu tempo é caótico, meio indomável mesmo. E toda vez que tentei organizar demais, virou peso. Aquela sensação chata de obrigação, de “tenho que postar”, em vez de “quero escrever”. E escrever, pra mim, precisa continuar sendo prazer, quase um refúgio, não uma cobrança.
Não ter cronograma não significa fazer de qualquer jeito. Muito pelo contrário. Significa me dar liberdade pra aprofundar mais, pra lapidar melhor, pra criar sem pressa e sem amarras. Porque, no fim das contas, é isso que mantém a chama acesa, aquela vontade genuína de contar uma história, mesmo no silêncio, mesmo sem plateia.
E sendo bem honesta? Eu escrevo, antes de tudo, por mim.
Não é egoísmo. É sobrevivência criativa. A gente precisa ser o próprio porto seguro, a própria torcida, o próprio palco. Porque quando a validação vem só de fora… ela falha. Ela some. E aí, o que sobra?
Então eu escolho acreditar no que eu faço. Escolho escrever porque amo. E se alguém vier junto nessa jornada, melhor ainda. Mas se não vier… ainda assim, a história continua.