ontava as estrelas do céu e queria saber com qual mais iria se parecer um dia. Um dia se revoltou, porque ela não é de padrões. Não apreciava as estrelas porque elas eram iguais - até porque era assim só de longe, de pertinho mesmo as estrelas tinham lá suas particularidades pelo céu. Apreciava as estrelas pelo brilho e pela confusão serena no céu. E era assim que ela se sentia da Terra. Um padrão ligado a tudo que era estético. Mas, no fundo, ninguém jamais seria equivalente. Ou sequer a entenderia..
Ela olhava pro céu e contava as estrelas. Mas desejava Marte, Júpter, Saturno e um Extra Terrestre pra ser seu melhor amigo. No fundo, bem lá no fundo, ele a entenderia. A imensidade de verde e azul nunca a atraíra porque imenso era só o tamanho. As pessoas são pequenas (por dentro e por fora). Ninguém a entende.. No universo, então, será que eu posso soprar as palavras no céu e alguém entende e me leva pra lá?
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