Vai fazer dois anos que eu comecei a escrever Perdição, e desde que comecei, em 2024, eu sabia que queria transformá-lo em um livro. Hoje, em 2026, muitas coisas já mudaram, e eu tenho tido muitas dúvidas se quero continuar escrevendo ou se simplesmente esqueço essa palhaçada de ser autora.
Estou reescrevendo tudo o que já tenho e, até que eu decida se quero mesmo continuar com isso, só vão ficar disponíveis cinco capítulos aqui na plataforma. Lembrando que eu ainda estou reescrevendo esses cinco capítulos e, mesmo quando eles estiverem reescritos, pode ser que eu mude algumas coisas para que a versão que vai para o Kindle seja a melhor que eu consigo entregar.
Eu não tenho tido muito apoio ultimamente. Na verdade, as únicas coisas que eu tenho recebido são palavras que me desencorajam e me fazem pensar em desistir. Mas eu escrevo por um motivo, e isso é tudo o que eu sou. Desistir disso é como desistir de mim.
Os vencedores não têm um caminho fácil, mas o que os torna vencedores é não desistir na primeira queda. Quanto maior o sonho, mais alta é a queda, e é importante que não tenhamos medo de cair. Afinal, imagina quantas quedas o inventor do avião já sofreu até que desse certo?