Ultimamente tenho visto muitos casos de plágio rolando por aí, e não tem como fingir que isso não é sério. Plágio, sem sombra de dúvidas, é um crime gravíssimo. E além disso, é uma falta de respeito enorme com quem cria.
Só pra deixar bem claro: eu sim me inspiro em filmes, séries, livros e várias obras diferentes pra trazer temas e atmosferas pras minhas histórias. Mas inspiração não é plágio. O que eu faço é pegar ideias que já estavam comigo desde a infância e transformar em algo novo, diferente, muitas vezes até meio “brisado” kkkk. É justamente essa mistura que me ajuda a fugir do padrão e criar algo único.
Plágio é um problema sério, e quem cria sabe o quanto isso dói. Quando eu era criança lembro de ter inventado um tipo de jogo dentro do Minecraft, lá pelos meus 8 ou 9 anos, e um amigo (eu chamava ele de TopGear54 kk) simplesmente copiou sem reconhecer que a ideia tinha sido minha.
Pode parecer bobo, mas marcou: você se esforça pra criar algo único e sempre tem alguém que pega como se fosse deles.
Mais tarde, quando comecei a escrever O Segredo de Dahlia, também tive insegurança. Muita gente poderia achar que eu tinha copiado o nome de um jogo de fadas que lançou depois, mas a verdade é que essa personagem já existia comigo muito antes.
Isso mostra como é complicado pra quem escreve: a gente precisa pensar, verificar e até evitar ideias que possam ser confundidas com algo já existente. E quando alguém pega uma ideia feita com carinho e transforma em algo preguiçoso, sem sentido, a frustração é enorme.
Então não, eu não concordo com plágio, nunca plagiei ninguém e sempre tento oferecer os devidos créditos.
Pra mim, criar é sobre dar voz às minhas próprias visões e experiências, não sobre copiar o trabalho dos outros.