—Quando o Destino Para a Caneta
Minha mente é um furacão,
três histórias correndo de mãos dadas,
personagens sussurrando, mundos se cruzando,cores, vozes, segredos em profusão.
No papel, porém, o bloqueio ergue seu muro:
palavras se escondem, frases se perdem.
O destino olha, paciente e silencioso,
e me diz:
Pare. Respire. Aceite-se.
Não é fracasso, é pausa necessária,
um chamado para descansar,
para ouvir o próprio coração
antes que os rios de imaginação
voltem a inundar o papel.
E quando o silêncio passa,
o destino se curva e sorrimos juntos:
as histórias finalmente respiram,
e eu posso escrever,
uma, duas, três vezes, sem medo.