O que são os textos se não um aglomerado de palavras que esperam a admiração de um observador? O que seria de nós sem os olhos de nossos semelhantes? Somos um livro ambulante com vários capítulos e temporadas. Somos todos escritores, como disse Saramago: Alguns escrevem, outros não. Somos dançarinos atemporais arriba corda bamba do tempo e temperamento, buscando equilíbrio emocional, espiritual e mental. Tentamos medir o imensurável com os estudos da física convencional. Criamos regras para as coisas e nos baseamos sempre no antigo. Saibam: O "Desconhecido", o "Invisível", não deve ser mensurado apenas com teorias cientificas de tolos cientistas, orgulhosos de suas proezas mundanas, que esperam contato extraterrestre, tocar o casco da nave. Creio ser impossível encontrar o tal "Buraco negro", inventar uma máquina do tempo, ou achar o elixir da vida eterna. Não existe tamanha tecnologia, senão, a própria máquina complexa corpórea carne-espírito. Quero que saibam: O todo e tudo, está emaranhado na menor partícula de cada ser, interligando passado, presente e futuro. É tolo pensar que os modelos são únicos e intangíveis, é tolo pensar que regras não tenham exceções. Se não existe transformação, é sinônimo de morte; visto que, a vida é movimento. Lavoisier estava certo quando disse: "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". Bem-vindos à esta loucura; bem-vindos ao antigo, velho e novo.
  • Sumali noongMay 14, 2020




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