Parabéns, Leão de Deus! Que triunfo bélico monumental!
A história se lembrará eternamente deste dia glorioso em que o grande Shofet de Judá, investido pelo próprio Espírito do Senhor, marchou até a Galiléia, olhou nos olhos da temível ameaça cananéia e disse com a voz firme de um verdadeiro guerreiro:
‘Nós aceitamos virar o seu caminhão de lixo particular!’
É de uma sagacidade diplomática invejável, sério. Enquanto os reis do Egito e de Assur travam guerras de desestabilização por ouro, ferro e escravos, Izeel conseguiu algo inédito na história geopolítica do Levante: terceirizar o trabalho braçal da compostagem para a nação escolhida.
A Malkah Shoshannah nem precisou tirar o pé do lagar ou soltar a sua uva! Ela simplesmente olhou para o 'Leão de Deus', sentiu o cheiro de imponência e pensou: ‘Perfeito! Encontrei o estagiário que vai recolher as minhocas para as minhas vacas peludas.’
E o melhor de tudo é a postura de Otniel no final, segurando o cilindro de argila com o peito estufado, achando que deu um xeque-mate:
'Aha! Pegamos eles! Ficamos com a água e eles ficaram com o nosso cocô!'
Pobre Otniel... Ele foi tentar jogar xadrez militar com uma mulher que tuitava os próprios termos de paz enquanto esmagava uva com os pés descalços e usava o Criador do Universo como consultor de entretenimento.
Se a prepotência de Izeel fosse um produto, viria embalada num tabuleiro de Senet com o monograma de El, acompanhada de um pedaço de queijo curado e uma nota fiscal cobrando 7% de imposto até sobre a humilhação. Mas hey... pelo menos Naftali pode pescar no lago, né?
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