Sayuri_kana

Vou te deixar a par das cenas finalizadas por aqui, ok? Vc consegue ler o q escrevo, mas n consegue responder, então se quiser mudar algo ou acrescentar, fique a vontade para me dizer através da sua mãe, da Vitória ou do Gustavo. Vou deixar o primeiro ato abaixo:

Sayuri_kana

Fim do primeiro ato. Preferia bem mais q vc escrevesse a carta, afinal a personagem é sua e vc entende melhor de escrita antiga, reescrevi ela mais cinco vezes e pra mim ainda não tá legal, se vc gostar eu deixo, se não, por favor faz  pq essa realmente n é a minha praia. Enfim, feliz aniversário, adiantado e de novo (pq eu também disse pro Guga dizer pra vc), e eu vou deixar vc aproveitar seu final de semana e depois eu te envio o segundo ato. Qualquer coisa, se vc quiser, eu chamo a Luana e um dia desses a gente se encontra antes das aulas, já q talvez nós não nos encontremos por algum tempo pelas escolas separadas. Tchau tchau 
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Sayuri_kana

"Querido Lúcifer
            
            Já faz algum tempo, eu sei...
            
            Queria muito estar escrevendo apenas para relembrar os velhos tempos, mas o destino não me permite realizar tal ato.
            
            Fiquei profundamente angustiada assim que soube do novo prazo do extermínio e desde então fico a me perguntar se de alguma forma você tinha conhecimento disto... E
            do por que não me contaste.
            
            Tenho ciência de que está muito além da minha jurisdição ou autoridade.
            
            Mas explica-me a situação, para que assim possa acalmar meu coração.
            
            Atenciosamente, Vivy."
            
            Enrolou o pergaminho e o lacrou com seu selo, transformando a carta em fumaça, sendo guiada para seu destino com a leveza do vento até o grande monarca do anel do orgulho e de todo o inferno.
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Sayuri_kana

---Você adora acabar com a minha diversão...__ murmurou entediado apenas para ela ouvir, revirando os olhos enquanto quebra o pescoço para o lado.
            
            Sem dizer mais nada, a escorpião voltou para dentro do hotel. Já previa o que poderia acontecer do lado de fora e não tinha vontade alguma para assistir, então foi direto para seu quarto, pois tinha um assunto pendente que não conseguia esquecer.
            
            "Por que permitiu que o extermínio viesse mais cedo, Lúcifer?", Pensava inquieta enquanto atravessava o hotel.
            
            Assim que chegou ao quarto, fechou a porta atrás de si com rapidez indo direto para sua escrivaninha perto da janela, onde residiam pergaminhos em branco, uma pena vermelha com a qual escrevia e um pote de tinta preto tampado ao lado, prontos para serem usados.
            
            Neige acompanhou sua dona em todo trajeto, passando pela escrivaninha para receber um rápido carinho de Vivy antes de se deitar na almofada vermelha posta na janela especialmente para ela, onde uma brisa suave passava, deixando a gatinha bem confortável em seu lugar favorito fazendo mãozinha de amassa pão enquanto olhava sua dona.
            
            Vivy pensou um pouco, respirando bem fundo enquanto olhava para aquele papel em branco antes de começar a escrever lentamente com uma caligrafia bem desenhada.
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Sayuri_kana

Aproveitando agora q estou sem sono, com coragem e lembrei, vou explicar de uma forma mais abrangente q na explicação do capítulo.
          
          As Runas foram uma forma q a Vivy descobriu para proteger melhor os pecadores do extermínio, de maneira q protege bem mais pecadores e cobre mais áreas do q só ser uma assassina de anjos durante os extermínios, já q a Lilith a proibiu de matar qualquer anjo e se matar, ela morre da mesma forma q matou o coitado do anjo.
          Por isso, ela deu início ao projeto soberano ou Overlords, para assim os pecadores acharem q somente quem tem poder nível overlord consegue conjurar as runas e criar a barreira de proteção e ninguém suspeitar q é uma única bruxa, poderosa pra caralho q as conjura sozinha.
          
          (Ou seja, nessa parte os Overlords são apenas marionetes de uma peça de teatro. Mas como eles ganharam poder dela para serem os maiorais do anel, é melhor dançar conforme a música para não perder o título.)
          
          Mas mesmo q eles sejam obrigados a obedecer a marionetista tem q ter algum ganho por trás, alguma coisa equivalente para fazer esse "acordo" de conveniência, afinal os pecadores vão estar no centro do território dos soberanos. Então para isso vai ter a "obediência cega", os pecadores tem q fazer tudo q os soberanos mandarem ou então perderam suas almas pela eternidade, e a não ser q o soberano queira devolver a alma para o pecador, se livrar dessa coleira é impossível.

Sayuri_kana

Bicha, veio uma ideia bem doida na minha cabeça enquanto eu tava escrevendo a conversa da Azuna com a Carmilla pra acrescentar no dia do extermínio. Tô com preguiça de escrever detalhadamente agora pq tá tarde e eu tô com sono, mas vou te mandar aqui o que eu escrevi no capítulo.

Sayuri_kana

Runas
            
            Um tipo de magia antiga dominado pelas bruxas em uma língua desconhecida, capaz de criar uma barreira nos prédios territoriais dos soberanos, onde eles e alguns de seus funcionários ou pecadores comuns conseguem se abrigar durante o extermínio. 
            
            1. Depois de serem ativadas, as barreiras só sumiram na madrugada do dia seguinte quando o extermínio acabar.
            
            2. Quem está fora não pode entrar e quem estiver dentro não consegue sair, até o tempo acabar.
            
            3. Quem estiver dentro das barreiras, está fadado a obedecer ao soberano dono do território em que está durante este período, caso contrário, passará o resto da eternidade na coleira.
            
            Essas são as regras cruéis do feitiço das runas, onde pais e filhos, amigos ou conhecidos próximos podem acabar separados por milésimos de segundo na hora da ativação e verem um ao outro morrerem na sua frente através da parede translúcida, perfurados por lanças angelicais. E se isso já não bastasse, ainda teriam que ser usados como brinquedos para entreter os mais poderosos, como forma de retribuição por sua proteção.
            
            "Nunca vimos magia angelical pura bater de frente com as runas, se elas forem algum tipo de paliativo pra nós dar falsa segurança... Serão os primeiros alvos com certeza daqueles ratos com asas", pensou a transmorfa e então sentiu algo vibrar em seu bolso, seu celular, olhou para a tela e viu o nome de Velvet, se perguntando o porquê da estilista a ligar agora.
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