Heyyy, como está essa tarde chuvosa de vocês (supondo que morem no estado de SP, no interior)? Aqui tá muito molhado, hahahahahah.
Só queria dar uma passadinha para falar que já tenho programado até o capítulo 30 de O Chamado do Lago pra vocês.
Como já havia falado anteriormente, eu tenho que introduzir um capítulo do ponto de vista do Rei Rodolfo, o cara mais odiado do livro.
Por quê?
Bom, tem informações muito importantes nesse capítulo e porque eu quero, hahahahaha.
Aí, a partir desse capítulo, entramos na reta final do livro, mais 15, e terminamos o primeiro livro da série.
Esses capítulos não vão ser corridos; quero escrevê-los muito completos e sem tentar abrir novas portas para resolver nesse livro. Depois do capítulo 30, quero fechar as que já apareceram nesse livro e não abrir mais nenhuma. Sou meio louca e é capaz de eu não cumprir isso.
Vou fazer coisas que talvez vocês não gostem e provavelmente vão me xingar ou querer me matar (tudo bem quanto a isso, se for só mentalmente, eu aceito), e quero trazer uma história bonita. E, no final do livro, espero que enxerguem a mensagem que o livro inteiro trouxe, porque sim, eu sou do tipo que traz uma “lição” no final de cada livro.
Gosto de fazer as pessoas pensarem e também gosto de pensar que cada livro traz uma mensagem escrita nas entrelinhas, que nos ensine algo que já deixamos para trás e mostre que ainda pode ter algo como fé, esperança, amor, empatia e cumplicidade. Algo que nos junte e nos faça fazer juntos o bem maior, e isso não quer dizer fazer o certo ou, às vezes, o bem.
Já me alonguei demais, é isso.
Beijos.