Aqui flutua um corpo cheio de interrogações, com braços que tentaram abraçar a todos aqueles que são amados, que tentaram cuidar, tentaram curar...
Mãos que tentaram agarrar esperanças, tentaram guiar, tentaram chamar...
Uma alma já cansada e desacreditada, em frangalhos perdidos por anos a fio...
Um coração bobo e burro, que apenas cansou de tentar se entregar, e que agora se fecha em medo e decepção.
Ninguém é eterno, ninguém fica para sempre.
B!