Ingridlimah4
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A calmaria que meu coração precisa
É aquela de quando somos crianças
E tentamos montar castelinhos de areia
Ou de cartas.
Quando tudo desmorona,
A gente começa de novo.
E de novo
E de novo.
E é sempre assim,
Não ligando pro tempo
Não estabelecendo planos
Somos felizes nos derrubando e nos consertando.
A noção de mundo nos torna tristes.
Não sou mais alegre como antes
Não tenho mais a mesma brilhosidade no pulsar do sentir.
Não tenho vínculos tão claros e suspeitas tão grandes de um futuro com quem quer que seja.
Sou suspeito de minha própria insensatez.
Não garanto mais que vou acordar pra cima, amanhã.
Garanto mais que algo vai abalar
Esse pobre coração tão sujeito aos montes de sentimentalismo do mundo.
E eu sinto falta de um tempo
Que me dói mais ainda dizer
Um tempo distante, longínquo
Onde era fácil nascer um sorriso
Era só ver a graça no nada.
A calmaria do meu coração se esvai,
Meus problemas viram textos
Mas o porto seguro não é mais aqui.
Não é mais ali.
Eu não o enxergo.
Ingridlimah4
A calmaria que meu coração precisa
É aquela de quando somos crianças
E tentamos montar castelinhos de areia
Ou de cartas.
Quando tudo desmorona,
A gente começa de novo.
E de novo
E de novo.
E é sempre assim,
Não ligando pro tempo
Não estabelecendo planos
Somos felizes nos derrubando e nos consertando.
A noção de mundo nos torna tristes.
Não sou mais alegre como antes
Não tenho mais a mesma brilhosidade no pulsar do sentir.
Não tenho vínculos tão claros e suspeitas tão grandes de um futuro com quem quer que seja.
Sou suspeito de minha própria insensatez.
Não garanto mais que vou acordar pra cima, amanhã.
Garanto mais que algo vai abalar
Esse pobre coração tão sujeito aos montes de sentimentalismo do mundo.
E eu sinto falta de um tempo
Que me dói mais ainda dizer
Um tempo distante, longínquo
Onde era fácil nascer um sorriso
Era só ver a graça no nada.
A calmaria do meu coração se esvai,
Meus problemas viram textos
Mas o porto seguro não é mais aqui.
Não é mais ali.
Eu não o enxergo.