JenniWaialiki

Pausa para curtir a praia do Guarujá

JenniWaialiki

@ JenniWaialiki  eita. Ta um tempo tão bonito aqui
Reply

MeggMonteiro

@ JenniWaialiki  Toma cuidado, dizem que pode acontecer um tsunami aí, e preste atenção nos alertas da defesa civil. 
          	  
          	  Eu moro em Praia Grande, recebi alerta hoje. 
Reply

Gizoca__

Alguns amores nunca nos deixam, mesmo quando o tempo tenta apagar.
          
          Mel e Liam se conheceram quando eram crianças,
          um amor simples, leve, cheio de risos e promessas silenciosas.
          Mas o tempo os afastou,
          e Mel aprendeu que amar também pode machucar, deixar marcas profundas.
          
          Anos depois, o reencontro não é fácil.
          Há medo, lembranças dolorosas e cicatrizes que ainda falam.
          Mas também há cuidado, lembranças doces
          e a possibilidade de um amor que tenta florescer de novo.
          
           Um romance sensível e intenso
          para quem sabe que o passado dói,
          mas que certos sentimentos nunca se perdem.
          
          
          https://www.wattpad.com/story/404048197?utm_source=ios&utm_medium=whatsapp&utm_content=share_writing&wp_page=create&wp_uname=Gizoca__

JenniWaialiki

Pausa para curtir a praia do Guarujá

JenniWaialiki

@ JenniWaialiki  eita. Ta um tempo tão bonito aqui
Reply

MeggMonteiro

@ JenniWaialiki  Toma cuidado, dizem que pode acontecer um tsunami aí, e preste atenção nos alertas da defesa civil. 
            
            Eu moro em Praia Grande, recebi alerta hoje. 
Reply

JenniWaialiki

Quando eu era nova, gostava de ler devagar. 
          
          Havia algo nas palavras que não se entregavam de imediato e eu fazia delas um pequeno jogo: relia, buscava sentidos, traduzia para mim mesma como quem decifra um mapa antigo.
          
           Não era só leitura, era curiosidade...quase um prazer secreto.
          
          Com o tempo, fui mudando o modo de falar e de escrever. O bullyng e a pressa do mundo pede frases curtas, diretas e coloquiais.
          
           Aprendi do pior jeito: " - Tu estás a gozar da minha cara?". 
          
          A vida comum pedia: tipo isso, mano do céu, meu. 
          Tá me zoando?
          
          As palavras passaram a servir mais ao uso do que ao encanto e eu aceitei isso sem resistência. Era mais fácil, mais rápido, o idioma da sociedade moderna. Pelo menos dos anos 90!
           
          Mas quando decidi retomar uma escrita de tom medieval, percebi que não bastava lembrar: era preciso voltar a estudar. As estruturas, os ritmos, as escolhas... tudo exigia atenção outra vez.
          
          A língua exigia uma espessura que eu havia esquecido que existia. 
          No início eu tropecei. E dá-lhe Google e pesquisas. Depois, reconheci antigos caminhos. 
          
          E há nisso um prazer inesperado. Escrever assim é como vestir um traje antigo, pesado e belo, que obriga o corpo uma outra postura.
          
          No fundo, é muito bom escrever de forma "chique"...não por vaidade, mas porque a língua, quando elevada, nos pede mais do que damos no dia a dia. 
          
          E rir disso, no final, faz parte. Afinal, aprender também pode ser leve! 
          

JenniWaialiki

@ a_elizautora  no wattpad é tipo "livre estouuu". 
Reply

a_elizautora

@ JenniWaialiki  Me identifico
Reply

GildoTheGreat97

Lendo Ninguém sai de serra clara, lancei um suspense também 
          
          https://www.wattpad.com/story/405388855-murders

JenniWaialiki

@ GildoTheGreat97  uhul! Pq não tenta fazer algo que ocorre no Brasil? 
Reply

JenniWaialiki

Adorando escrever terror psicológico! O legal é que posso explorar meus medos infantis. O arrepio. A forma de lidar com o medo quando eu era criança.  Rs. A forma de lidar com o medo enquanto sou adulta. Racionalizando tudo!

JenniWaialiki

@ JenniWaialiki  sério mesmo? Que legal! Eu to achando divertido tb
Reply

GildoTheGreat97

@JenniWaialiki  é um prato cheio terror psicológico, Ah e  também  estou gostando demais de Ninguém sai de Serra Clara
Reply

JenniWaialiki

Decidi que vou concluir ELA até o fim de semana. Não é só terminar uma história... é enterrar um ciclo que me atravessou inteira.
          
           ELA e Jamil já cumpriram o papel deles em mim!
          
          Talvez eu tire tudo do ar. Talvez não. Ainda estou em luto por isso.
          
          Existe um capítulo específico...o “foguinho” (vocês vão ler rs) que eu amo. Eu gostei dele. Não por ser bonito, mas por ser honesto...Ele é intenso, vivo e pulsante. 
          Porém agora eu preciso vê-lo com os olhos de mãe...não posso entregar certas camadas da minha alma crua para minha filha ler ainda. 
          
          Então...revisar não é podar: é cuidar. É escolher o que pode atravessar gerações sem machucar ou me deixar exposta demais.

MeggMonteiro

Oi, como está? 
          
          Me esqueci de perguntar se queria trocar comentários hoje, mas podemos marcar para o sábado caso você queira ou não. 

JenniWaialiki

@ MeggMonteiro  Oie amore. Eu não faço troca de comentários porque gosto de ler os textos de forma genuína, sem obrigação ou expectativa de retorno... Para mim, a leitura é sobre conexão real com a história e não sobre troca. Minha intenção na plataforma é diferente da maioria aqui... estou aqui para sentir o texto e não para cumprir rituais. Se você quiser ler meus livros de verdade, eu ficarei imensamente feliz. 
            
            Ainda não consegui me conectar com os seus textos, talvez seja o gênero...mas estou aberta a tentar, com o tempo e de forma sincera. 
Reply

JenniWaialiki

Terminei o último capítulo de Aru, a filha do Lobo Vermelho...
          Quando coloquei as reticências (meu ponto final), senti um tipo de luto pequeno, silencioso e real se formar dentro de mim. Uma espécie de microluto. 
          
          Não era só tristeza pela história; era meu corpo entendendo que algo que me fazia companhia todos os dias tinha acabado. 
          
          Percebi que não estava apenas despedindo dos personagens, mas de uma parte minha que aprendeu a existir através deles. 
          
          Doeu de um jeito limpo, sem desespero, como se o coração estivesse aprendendo a soltar sem se destruir, e isso marcou em mim o encerramento de um ciclo que, embora dolorido, me deixou mais consciente, mais inteira e mais viva.
          
          A lição que eu levo com esse final é permitir que o amor possa existir sem posse, permitir que o sacrifício exista sem vingança e permitir que o destino exista sem barganha...e isso me atravessou de um jeito que não é bonito, mas é verdadeiro.
          
           Enquanto eu escrevia, entendi que nem todo amor foi feito para ser segurado, que nem toda dor pede respostas e que nem toda perda precisa ser negociada. Encerrar essa história me ensinou a soltar sem fechar o coração, a aceitar o que não volta sem transformar em ódio e a honrar o que foi sem tentar reescrever o que jamais esteve sob meu controle... 
          
          Apesar da história pra mim ter sido triste, me senti acolhida com a anciã e fiquei quentinha no fogo. Estou igual as crianças, curiosa pra saber se eles vão se reencontrar e torcendo para a vó Waialiki continuar respirando quando o sol nascer (assim saberemos mais da história).