Eu aqui refletindo sobre as decisões da minha vida e percebendo que eu simplesmente tinha uma mulher padrão Ana Paula: quase a mesma idade dela, linda, madura, bem resolvida… um combo premium.
E o que eu fiz? Troquei.
Sim, eu troquei.
Por alguém que nem gostava de mim direito. Nem fazia questão. Nem disfarçava muito bem, inclusive.
E como o universo ama uma ironia, na primeira oportunidade a criatura me deixou igual figurante de festa que perdeu o convite: largada, sozinha e com cara de “ué?”.
Eu rio, mas é aquele riso de quem merecia um prêmio de “Piores Decisões Afetivas 2024”. Porque não foi falta de aviso, foi falta de juízo mesmo.
Mas tá tudo bem. Hoje eu olho e penso: livramento tardio ainda é livramento.
E arrependimento? Teve. Teve muito.
Mas agora eu não quero nem ver pintada de ouro, patrocinada pela NASA e com selo de qualidade da ONU.
Eu fui burra? Fui.
Mas pelo menos fui intensa. E intensa passa vergonha… mas passa.