Quem era Jesus?
Para os cegos, era a visão.
Para os paralíticos, era o movimento.
Para os leprosos, era a restauração.
Para os mortos, era a vida.
Para os famintos, era o pão.
Para os sedentos, era a água.
Para os ansiosos, era a calmaria.
Para os cansados, era o descanso.
Para os culpados, era o perdão.
Para os perdidos, era o caminho.
Para os órfãos, era o Pai.
Para os pecadores, era a esperança.
Para os discípulos, era o Mestre.
Para os enfermos, era a cura.
Para os pobres, era a dignidade.
Para os rejeitados, era o acolhimento.
Para os rabinos, era um problema.
Para os filósofos, era um mistério.
Para os céticos, era uma dúvida incômoda.
Para os políticos, era uma ameaça.
Para Roma, era um condenado.
Para os religiosos orgulhosos, era um escândalo.
Para seus inimigos, era alguém que precisava ser silenciado.
Mas, mesmo após a cruz, sua voz não se calou.
Impérios caíram.
Reis morreram.
Filósofos foram esquecidos.
Civilizações desapareceram.
Mas o nome de Jesus continua sendo pronunciado em todos os continentes.
Dois mil anos depois, a mesma pergunta ainda ecoa:
Quem era Jesus?
Talvez a questão mais difícil não seja explicar quem Ele foi.
Talvez seja explicar por que ninguém conseguiu esquecê-lo.