LuanaMaurine

QUERIDAS LEITORAS,
          	
          	Os salões de baile são, sem dúvida, palcos de revelações, mas também de segredos cuidadosamente guardados. Entre uma dança e outra, enquanto sorrisos são trocados e reverências executadas com perfeição, há sussurros que percorrem corredores, escapam entre leques e encontram ouvidos atentos, especialmente aqueles mais ansiosos por promessas e possibilidades.
          	
          	Pois onde há música e encanto, há também algo mais: expectativas, intenções e, por vezes, perigo.
          	
          	Dizei-me, minhas caras: o que sussurram os cavalheiros quando acreditam não serem observados? E quais confidências se escondem no coração de uma dama apaixonada?
          	
          	Ah... os bailes. Sempre tão deslumbrantes  e invariavelmente repletos de surpresas.
          	
          	Sempre sua atenta observadora,
          	                                                                                                               Lady Whistledown

LuanaMaurine

QUERIDAS LEITORAS,
          
          Os salões de baile são, sem dúvida, palcos de revelações, mas também de segredos cuidadosamente guardados. Entre uma dança e outra, enquanto sorrisos são trocados e reverências executadas com perfeição, há sussurros que percorrem corredores, escapam entre leques e encontram ouvidos atentos, especialmente aqueles mais ansiosos por promessas e possibilidades.
          
          Pois onde há música e encanto, há também algo mais: expectativas, intenções e, por vezes, perigo.
          
          Dizei-me, minhas caras: o que sussurram os cavalheiros quando acreditam não serem observados? E quais confidências se escondem no coração de uma dama apaixonada?
          
          Ah... os bailes. Sempre tão deslumbrantes  e invariavelmente repletos de surpresas.
          
          Sempre sua atenta observadora,
                                                                                                                         Lady Whistledown

LuanaMaurine

QUERIDAS LEITORAS,
          
          O rigor das regras sociais, tão cuidadosamente estabelecidas para preservar a reputação das damas, apresenta também um curioso obstáculo: dificulta, de maneira considerável, que futuros casais se conheçam verdadeiramente. Afinal, como confiar no caráter de um cavalheiro quando nunca se está, sequer por um instante, longe de olhares atentos?
          
          Naturalmente, há aquelas jovens mais ousadas que encontram maneiras — discretas, é claro — de contornar tais limitações. Contudo, devo advertir: embora a curiosidade seja compreensível, o risco é igualmente elevado.
          
          A sociedade, minhas caras, observa  e julga.
          
          Ser surpreendida a sós com um cavalheiro pode não apenas comprometer uma reputação cuidadosamente construída, como também selar um destino indesejado — especialmente se o referido cavalheiro não tiver intenções claras de matrimônio.
          
          Assim, entre o desejo de conhecer e a necessidade de preservar-se, cabe a cada dama escolher com extrema cautela.
          
          Pois, neste jogo social, um único deslize pode custar muito mais do que se imagina.
          
          Sempre sua atenta observadora,
                                                                                                                            — Lady Whistledown

LuanaMaurine

QUERIDAS LEITORAS...
          
          Há uma satisfação quase inconfundível no semblante das mães ao verem suas filhas reservarem danças para cavalheiros de famílias influentes. Contudo, não nos enganemos: a verdadeira alegria manifesta-se apenas quando um pretendente cruza a soleira de sua casa.
          
          Uma simples visita transforma uma tarde comum em um acontecimento digno de atenção — capaz de despertar esperanças nas jovens e, naturalmente, alimentar as mais animadas especulações. Ainda assim, nem todo encontro conduz a finais felizes. Há ocasiões em que a impressão deixada não corresponde às expectativas, e algumas palavras mal colocadas podem selar destinos nada favoráveis.
          
          Pois, minhas caras, a linha entre uma promessa de casamento e a temida solteirice pode ser mais tênue do que se imagina.
          
          Talvez seja por isso que as mães se mantêm tão vigilantes, observando cada gesto, cada palavra, intervindo quando necessário, assegurando que nada — absolutamente nada — comprometa o desfecho desejado.
          
          Quanto aos pretendentes, são sempre bem-vindos... desde que tragam consigo intenções claras. Caso contrário, seria de bom tom que se limitassem ao silêncio — para o bem de todos.
          
          Sempre sua atenta observadora,
                                                                                                                        — Lady Whistledown

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LuanaMaurine

Pessoal, tudo bem com vocês?
          
          Aquelas que me acompanham, sabem que estou escrevendo um novo livro: "Como Domar uma Morrison".  Geralmente eu escrevo sem me importar muito com as criticas, até porque escrever é algo que me faz bem e silencia algumas vozes na minha cabeça. Entretanto, esse livro está me deixando um pouco apreensiva. Não sei se está bom, é um pouco diferente de tudo que costumo escrever e talvez eu deve abandoná-lo. O que acham? Está ficando bom? Devo prosseguir?

santos_luci34

@ LuanaMaurine  Sei que não tem a ver com a pergunta, mas gostaria de saber se vc ainda pretende dar continuidade a história da Salua? Eu amei tanto essa história e adoraria saber o final dela ❤️
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LuanaMaurine

@ santos_luci34  Olá! Primeiramente, agradeço por ter dado uma chance para meu livro. Sei que está chegando agora e não teve muito contato com meus relatos pessoais. A história da Salua, em certos aspectos, foi baseada em minhas próprias vivências; foi uma forma que encontrei para expressar ao mundo a dor por ter sido, por longos 5 anos, vítimas de abu$o. Recentemente, passei por um período muito difícil com crises, auto lesões, tentativas de suicīdiø e outros transtornos que venho enfrentado diariamente.  No final 2024 decidi denunciar meu ex-padrasto pelos abu$os e o processo corre em justiça. Infelizmente, no momento, revisitar a história da Salua é como reviver sentimentos que, por ora, não consigo lidar. Eu pretendo sim cocluí-la, mas primeiro preciso estar bem. Espero que compreenda e possa dar uma chance para meus outros livros. Com carinho, Luana Maurine 
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maria221124

@ LuanaMaurine  Eu estou gostando muito,aliás,gosto muito dos seus livros e modo de escrever,tenho 3 deles salvos.Por favor continue escrevendo,estou curiosa para descobrir o próximo capítulo 
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LuanaMaurine

QUERIDAS LEITORAS,
          
          Dizem que mães são todas iguais — mudam-se apenas os endereços. E esta autora ousa afirmar que tal máxima se revela ainda mais verdadeira quando observamos aquelas dedicadas frequentadoras dos salões de baile, sempre atentas à nobre missão de encaminhar seus filhos rumo ao matrimônio.
          
          Pois, quando se trata da prole, poucos olhares são tão perspicazes quanto o de uma mãe. Ainda que, por vezes, o desejo de ver um casamento bem-sucedido possa falar mais alto do que a própria prudência, não se deve ignorar que há, em seus conselhos, uma sabedoria construída ao longo dos anos.
          
          Assim, minhas caras, permitam-me um aviso: diante da dúvida, escutem. Desconsiderar as palavras maternas pode revelar-se um erro custoso — e frequentemente irreversível.
          
          Pois, embora a independência seja admirável, há momentos em que ceder àqueles que nos deram a vida não é sinal de fraqueza… mas de sensatez.
          
          Sempre sua atenta observadora,
                                                                                                                                       — Lady Whistledown

LuanaMaurine

QUERIDAS LEITORAS,
          
          Os rumores, como sempre, mostraram-se deliciosamente precisos: o retorno de lady Felicity Morrison à sociedade foi finalmente confirmado. E não de forma discreta, devo acrescentar. A jovem dama foi vista interagindo com notável animação com diversos lordes, o que nos leva a concluir que sua presença nesta temporada não será meramente simbólica — mas, ao contrário, bastante ativa.
          
          Tudo indica que lady Katherine Morrison está firmemente decidida a garantir um desfecho apropriado para a filha caçula. O que, convenhamos, não surpreende ninguém. Afinal, poucas forças neste mundo são tão determinadas quanto uma mãe empenhada em ver seus filhos devidamente estabelecidos.
          
          Entretanto, há um detalhe que não escapou ao olhar atento desta autora.
          
          Lady Morrison pareceu demonstrar particular interesse pelo enigmático doutor Ignatius Beaumont, irmão do visconde de Ravenshire. Um cavalheiro que, após a dolorosa perda de sua esposa, retorna agora aos salões — e, ao que tudo indica, não apenas como espectador, mas como participante ativo deste competitivo mercado casamenteiro. Curioso, não?
          
          Ainda é cedo para conclusões definitivas… mas, minhas caras, recomendo que mantenham seus leques prontos e sua atenção redobrada.
          
          Pois esta história, suspeito, está apenas começando.
          
          Sempre sua atenta observadora,
                                                                                                                           — Lady Whistledown

LuanaMaurine

QUERIDAS LEITORAS,
          
          Todos conhecem, ou ao menos fingem conhecer, as qualidades que devem ser buscadas em um bom partido. Às damas, atribuem-se talentos como bordar, pintar, tocar piano e administrar um lar — dons cuidadosamente moldados para agradar aos olhos e às conveniências da sociedade. Aos cavalheiros, por sua vez, reservam-se virtudes como proteção, estabilidade, honra e títulos, como se tais atributos fossem suficientes para garantir uma união satisfatória.
          
          Contudo, esta autora ousa sugerir que há uma qualidade muito mais valiosa — e perigosamente subestimada — que ambos, ainda que não confessem, desejam encontrar: a inteligência.
          
          Pois não é a beleza que sustenta uma conversa, tampouco frases ensaiadas que despertam verdadeiro interesse. O que mantém dois espíritos ligados é a capacidade de trocar ideias, provocar pensamentos e instigar curiosidade.
          
          Um rosto encantador pode atrair olhares, mas é a mente perspicaz que os mantém.
          
          Assim, minhas caras, permitam-me um conselho: cultivem a inteligência como vosso mais precioso atributo. Garanto-lhes que, com ela, não apenas conquistarão atenção... mas a manterão — em qualquer salão, em qualquer circunstância.
          
          Sempre sua atenta observadora,
          
                                                                                                                                        — Lady Whistledown.

LuanaMaurine

Queridas leitoras,
          
          
          Há um temor silencioso que percorre os salões com mais intensidade do que qualquer valsa: o casamento arranjado. Para muitas jovens damas, ele representa não o início de um sonho, mas a resignação diante de um destino cuidadosamente traçado por terceiros.
          
          É sabido que, ao contrário de muitos cavalheiros, as mulheres frequentemente buscam no matrimônio algo além de conveniência — desejam amor, afeição e cumplicidade. No entanto, alianças firmadas por dotes, promessas antigas ou interesses familiares ainda prevalecem, moldando destinos com uma frieza quase inquestionável.
          
          Ainda assim, seria injusto ignorar que alguns desses arranjos encontram, com o tempo, um inesperado florescer. A convivência, por vezes, transforma dever em afeição, e histórias outrora improváveis acabam conquistando até os mais céticos.
          
          Mas nem todas têm a mesma sorte.
          
          Há aquelas que se veem presas a uniões onde o coração nunca foi convidado a participar — especialmente quando o afeto de seu futuro esposo já pertence a outra. Para estas, o casamento torna-se um fardo silencioso, sustentado apenas por aparências.
          
          E então, existem as raras jovens que ousam resistir. Determinadas a escolher por si mesmas, desafiam expectativas e arriscam tudo por um ideal: amar e ser amadas. A elas, contudo, o destino oferece apenas duas possibilidades — o amor verdadeiro… ou a solidão.
          
          Ah, o casamento… ao mesmo tempo dilema e espetáculo.
          
          E, convenhamos, é ele quem verdadeiramente rege esta sociedade.
          
          Resta saber: quantos destinos serão selados nesta temporada?
          
          Sempre sua atenta observadora,
                 — Lady Whistledown

LuanaMaurine

Querido e gentil leitor,
          
          Os finais de temporada possuem o curioso hábito de agitar não apenas os salões, mas também os corações mais bem resguardados de nossa sociedade. Há aqueles que celebram, orgulhosos, a ventura de ver seus filhos devidamente comprometidos com pares considerados ideais. Outros, porém, recolhem-se em uma melancolia discreta, lamentando as promessas que ainda não se concretizaram. E não nos esqueçamos dos que, em silencioso alívio, escapam — ao menos por ora — do olhar atento das incansáveis mães casamenteiras.
          
          Mas há ainda um sentimento que paira sobre todos, inevitável e persistente: a nostalgia.
          
          Ah, meus caros leitores… mais uma temporada se despede, levando consigo confidências, escândalos e suspiros que jamais serão completamente esquecidos. E, ainda assim, há algo no ar que impede este coração — e talvez o vosso — de aceitar um encerramento tão simples.
          
          Permitam-me assegurar-vos: esta autora não acredita que os acontecimentos tenham chegado ao seu verdadeiro desfecho. Pois, o que seria de uma temporada memorável sem uma última surpresa capaz de abalar até mesmo os espíritos mais preparados?
          
          Mantenham-se atentos!
          
          Sempre sua atenta observadora,
                                                                                                                      — Lady Whistledown