Marisol Vizotto escreve como quem acende um fósforo dentro da alma.
sua poesia nasce entre taças, ruínas e silêncios
onde o amor é ferida e perfume ao mesmo tempo.
cada verso é um corpo cansado e bonito,
um espelho que reflete o que resta depois da paixão:
a beleza do que ardeu, o toque do que já foi embora.
suas palavras têm cheiro de madrugada e batom borrado,
falam de mulheres que amam demais,
de amores que doem devagar,
e da arte de transformar dor em estética.
é melancolia com brilho,
tragédia com batom,
beleza nas cinzas.
- JoinedSeptember 7, 2021
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