MorsIntus

Depois de longos cinco meses enterrado em silêncio, rasguei a terra da minha cova e voltei a respirar este ar cinzento. Trouxe comigo apenas um fio de ânimo — frágil, vacilante, mas vivo o suficiente para reacender por um breve momento essa história que cirei. Enquanto ainda resta alguma chama antes que o vazio volte a se fechar sobre mim, vou aproveitar este breve retorno para dar mais alguns passos na escuridão da história.
          	Sejam bem-vindos à minha ressurreição temporária.

MorsIntus

Depois de longos cinco meses enterrado em silêncio, rasguei a terra da minha cova e voltei a respirar este ar cinzento. Trouxe comigo apenas um fio de ânimo — frágil, vacilante, mas vivo o suficiente para reacender por um breve momento essa história que cirei. Enquanto ainda resta alguma chama antes que o vazio volte a se fechar sobre mim, vou aproveitar este breve retorno para dar mais alguns passos na escuridão da história.
          Sejam bem-vindos à minha ressurreição temporária.

MorsIntus

Caso eu demore a postar, considere as seguintes hipóteses: 
          1. Fui engolido por provas, trabalhos ou outras torturas institucionalizadas. 
          2. Estou ocupado demais fingindo que a vida faz sentido. 
          3. Ou talvez, só talvez... eu esteja sem vontade de existir — o que, convenhamos, é quase um esporte olímpico por aqui. 
          
          De qualquer forma, não se preocupe. Fantasmas literários sempre voltam. Às vezes em capítulos. Às vezes em sussurros. Às vezes, nem voltam — mas isso também é um tipo de presença, não é?