Sou fã do BTS há 2 anos e 1 mês. Eles chegaram em um momento em que eu precisava me sentir compreendida sem precisar explicar nada. As músicas me encontraram em dias difíceis, falaram sobre dor, sobre continuar mesmo cansado, sobre ser humano. Aprendi com eles que vulnerabilidade não é fraqueza, que sentir profundamente é um ato de coragem. Muito do que escrevo nasce desse lugar: o de quem sente demais e ainda assim segue.
Sou fã do Stray Kids há 1 ano e 8 meses. Com eles, aprendi sobre intensidade, caos interno e identidade. Eles me lembram que não preciso ser delicada o tempo todo, que posso ser confusa, quebrada, intensa e ainda assim válida. Essa dualidade vive na minha escrita - às vezes suave e melancólica, às vezes crua e dolorida.
Escrevo fanfics inspiradas em filmes, livros e em tudo que me atravessa emocionalmente. Não escrevo apenas para entreter, escrevo para expor sentimentos que muita gente vive, mas não sabe como colocar em palavras. Gosto de romances tristes, amores imperfeitos, personagens que erram, sentem demais e carregam cicatrizes invisíveis. Gosto de finais abertos, porque a vida raramente fecha histórias com clareza. Algumas coisas simplesmente continuam.
Minhas histórias não prometem felicidade eterna. Prometem verdade. Prometem aquele aperto no peito, aquela identificação silenciosa, aquela sensação de "isso poderia ser eu". Me interesso mais pelo emocional dos personagens do que pelas ações. Um olhar que dura mais do que devia, uma mensagem que nunca foi enviada, um toque que não aconteceu - é nesses detalhes que minhas histórias vivem.
Sou tímida na vida real, mas corajosa na escrita. Aqui, eu falo. Aqui, eu confesso. Aqui, eu existo sem medo de parecer sensível demais. A escrita me deu uma voz que eu nunca consegui usar em voz alta. Cada história é uma tentativa de entender sentimentos que não cabem em conversas simples.
Não escrevo personagens perfeitos. Escrevo pessoas quebradas tentando amar do jeito que conseguem.
  • JoinedJune 8, 2024

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