Amar-te-ei Ó fera que canta no mundo,
Sois vós a quem te clama,
Volvendo a seta do tempo entre as rosas negras no altar da morte.
Ora direis, frios como os olhos teus, nébulas densas,
para ter-lhe desnudo em névoas douradas,
Onde chora pétalas sóis,
Às sebes prateadas rondando cegas, até que em tua alma, chova átomos, energizando em ondas, mares imensos... O amor ardente até o fim das eras.
- Valença, rj
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