Fala, gente que eu não conheço e que também não me conhece.
Inclusive, se alguma alma viva já ficou curiosa sobre essa autora iniciante meio doida aqui, aqui vai o pacote básico de informações inúteis porém relevantes:
Sou do Maranhão. Sim, aquele “fim de mundo” que muita gente acha que só existe em mapa antigo.
Tenho 33 anos. Não, não sou adolescente prodígio. Nem jovem promessa. Sou adulta cansada que escreve por teimosia e amor.
E antes que alguém finja costume: todo leitor é curioso sobre autores. Eu era assim também. Então poupa o teatrinho.
Agora, vamos ao recado de verdade antes que meu TDA resolva assumir o controle total do teclado.
Quem aí lembra de Luna e Clara?
Pra quem chegou agora: elas seriam as protagonistas da minha próxima história. Seriam. O problema é que, quando me dei conta, a história já tinha passado dos 60 capítulos.
Sessentaaaaaaaaaaaaaaaaa.
E não, não é simples “ah, é só revisar”. Reescrever uma história inteira não é só trabalho técnico. É emocional. É reler, refazer, repensar escolhas, ritmo, personagem. E isso tudo enquanto eu choro de um olho por causa do astigmatismo e do outro por puro drama mesmo kkkkkkkkkkk
Então eu decidi adiar. Não porque me perdi. Não porque abandonei.
Mas porque prefiro entregar algo bom depois do que algo meia-boca agora só pra cumprir promessa.
Enquanto isso, uma nova história foi sendo escrita. Com calma. Com planejamento. Sem anúncio prematuro e sem ansiedade coletiva no meu cangote. Quando ela aparecer, é porque está pronta pra existir.
Não sou duas caras. Sou só uma autora aprendendo a respeitar o próprio processo.
Obrigada a quem entende.
Obrigada a quem chegou agora.
E a quem não entende… paciência. Literatura não funciona no grito.
E aproveitando o embalo, um agradecimento: Obrigada a todos vocês que leram e estão lendo a história da Isa e da Mari. Sério, muito obrigada mesmo. E sejam todos bem-viadooos!!
Seguimos.