writterghost06

Oii, tudo bem? Você gosta de marvel, né? Se eu acertei, acho que pode valer a pena dar uma chance para a minha história! 
          
          Liza Stark, uma agente condecorada da SHIELD, é pega de surpresa por um ataque do Soldado Invernal. Após sobreviver o incidente, começa a investigar sua verdadeira história. 
          
          https://www.wattpad.com/story/387345725?

HelenaSybilVane

Oieee, tudo bem com você?
          
          Se você também é fã da era dos marotos e tem uma queda (nada leve) pelo Sirius Black… acho que vai gostar do que estou escrevendo.
          
          Queria te apresentar minha história, que se passa exatamente nesse período e traz a minha visão do personagem. Se você também ama esse universo, talvez se identifique :)
          
          Vou deixar o link aqui embaixo junto com a sinopse. Se eu conseguir roubar só um pedacinho da sua atenção… te espero por lá!
          
          https://www.wattpad.com/story/365419144-the-great-hope-for-a-dinasty-%E2%80%A2-sirius-black
          
          O desaparecimento de Regulus Black poderia ter passado despercebido, se ele não tivesse sido imprudente o bastante para garantir que Sirius soubesse o exato momento em que seu coração parasse de bater.
          
          Agora, enquanto o terror de Voldemort se torna cada vez mais cruel, e Alastor o escolhe como pupilo em um grupo secreto da Ordem, Sirius se vê preso ao luto e a uma promessa de vingança contra a dinastia Black.
          
          No caminho, há violência, torturas, silêncio… e Helene Greengrass.
          
          Uma sangue puro desertora, orgulhosa de ter pertencido à Sonserina, de língua afiada, olhos negros como os de um ser rastejante e um passado que confronta tudo o que ele aprendeu a odiar. Exceto que ela não é exatamente o que parece. E, talvez, Sirius também não seja.
          
          Eles não deveriam confiar um no outro. Tampouco sucumbir ao fogo que os envolve, porque ele é indomável, febril, e consome tudo o que toca.
          
          Mas sejamos francos: o que, em meio a uma guerra com mortos-vivos, não é?