You_Julles
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Black Hat (Vilanesco) teve que andar pro Alastor (Hazbin hotel) correr.
You_Julles
Me pergunto agora, como saio deste labirinto?
Quem é você Alasca- Jonh Green
You_Julles
Eu sou um santo e eu sou um pecador.
Eu sou um perdedor e um vencedor.
Um descrente e um crente.
Eu sou verdadeiro e enganador.
Eu sou um herói e um vilão
Sou um mito e sou uma lenda
Fraco e um competidor
Eu sou real e o impostor
Aceite-me como sou, ou não
Porque eu não me importo, não.
Who I am-The Score
You_Julles
10 anos depois e ainda choro com a porra da carta de despedida do Newt.
Maldito filme amado.
joh_byler
"William Byers, um jovem advogado inglês de fé inabalável, viaja à Transilvânia para concluir um negócio imobiliário com o enigmático Conde Drácula. O que deveria ser uma simples transação logo se transforma em uma jornada sombria.
Nas sombras do castelo, William descobre que o Conde — Michael Wheeler — não é apenas um nobre recluso, mas algo antigo, faminto e irresistivelmente sedutor. Dividido entre o dever, o medo e uma atração proibida, ele percebe que a verdadeira negociação não envolve terras, mas a própria vida… e o preço já foi definido."
Olá! Tudo bem?
Peço licença para divulgar minha nova obra! Obrigado e espero que goste!
https://www.wattpad.com/story/406824705-dr%C3%A1cula-byler
nickisalesbian
Olá. Dei início à uma nova história Byler. Acho que você vai ter interesse rsrs bom aproveito!
https://www.wattpad.com/story/407051593?utm_source=ios&utm_medium=link&utm_content=story_info&wp_page=story_details&wp_uname=nickisalesbian
You_Julles
A poesia do sol diz o seguinte.
"Tu reflete em ti mim mesmo"
-Kamaitachi
You_Julles
Decidi compartilhar minhas poesias por motivo algum! Espero que vc nn se identifique mas caso isso venha a acontecer saiba que nn é o único
You_Julles
Recomeço
Foi estranho perceber que o amor virou poeira,
que o brilho que me guiava já nem clareia,
que a promessa que parecia firmeira
desmanchou no ar, leve, passageira.
eu tentei segurar o que já ia cair,
costurei pedaços pra não deixar fugir,
mas coração que implora pra alguém ficar
vira prisioneiro de quem só sabe ir.
e eu fiquei ali, na beira do adeus,
procurando no mundo algum traço dos “nós”,
mas só encontrei silêncio nos versos meus,
eco vazio que grita mais alto que a voz.
o amor que eu senti era casa acesa,
mas a porta batia com tanta frieza
que eu aprendi, na marra, a dureza
de amar alguém que só sabe leveza.
e doeu, nossa, doeu de verdade,
tipo ferida aberta na saudade,
tipo falta que pesa na cidade
onde tudo lembra a mesma metade.
mas hoje eu olho pra mim inteira,
não mais pedaço de história alheia,
e percebo que a dor, por mais traiçoeira,
virou cicatriz que ensina e clareia.
já não choro por sonho despedaçado,
nem espero gesto de um passado
que nunca soube o meu lado,
que nunca ficou quando tinha ficado.
agora o amor que eu quero é firme no chão,
é gente que segura minha mão,
que não foge da primeira brisa
e não me deixa perdida na contramão.
e quem se foi vira carta esquecida,
um ponto final sem ferida,
lembrança pequena, quase adormecida,
que não manda mais na minha vida.
hoje eu recomeço, verso por verso,
limpo o peito, respiro o universo,
e deixo o coração, sem medo disperso,
achar alguém com rima no mesmo ingresso
You_Julles
O silêncio:
Eu descobri algo que eu odeio, odeio, odeio: o silêncio.
Eu abomino tudo que é silencioso.
Porque só Deus sabe o quanto eu odeio ficar deitada naquela cama, com a porta fechada e aquele silêncio insuportável.
Ou como aqueles minutos de prova combinavam perfeitamente com a música que eu tocava na minha cabeça pra não surtar. Era algo sobre não ser boa o bastante.
Eu passei tanto tempo silenciada que, quando finalmente me livrei, passei a odiar tudo que é silencioso.
Cada “bom dia” não respondido, cada “oi” ignorado.
Eu sei… se alguém soubesse o quanto me machucou…
Mas como poderia? Eu nem falo pra alguém. Não porque tenho medo, mas porque acho que não serei entendida.
Talvez porque meus pais nunca me fizeram confiar nas pessoas, nem mesmo neles. E mesmo se eu contar, o que essa pessoa fará? Nada vai mudar.
Talvez eu odeie tanto o silêncio porque ainda sou silenciada.
Ou talvez porque eu sou o silêncio.