YuRiZiMm

A solidão não é apenas a ausência de pessoas ao redor, mas a sensação de não ser visto, ouvido ou compreendido. É possível estar cercado de vozes, risos e movimentos e, ainda assim, sentir um vazio silencioso por dentro. Ela se manifesta nos momentos em que o coração pede companhia, mas o mundo parece distante demais para alcançar.
          	Às vezes, a solidão chega como professora. Ela nos obriga a encarar quem somos quando não há distrações, quando não há máscaras para agradar os outros. Nesse silêncio desconfortável, aprendemos sobre nossas fragilidades, nossos medos e também sobre nossa força. É ali que descobrimos que estar só não precisa significar estar perdido.
          	No entanto, a solidão prolongada pesa. Ela cansa a alma, cria perguntas sem respostas e faz o tempo parecer mais lento. Pode gerar a sensação de que não pertencemos a lugar algum, de que nossas dores não têm espaço para existir. Nessas horas, até os pequenos gestos fazem falta: uma conversa simples, um olhar atento, um abraço sincero.
          	Ainda assim, a solidão não precisa ser o fim. Quando reconhecida e acolhida, ela pode se transformar em ponte — um convite para buscar conexões verdadeiras, começando por nós mesmos. Aprender a fazer companhia a si é um ato de coragem. E quando finalmente compartilhamos quem somos, a solidão perde força, pois descobre que nunca foi feita para durar para sempre.
          	
          	Ali★

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A solidão não é apenas a ausência de pessoas ao redor, mas a sensação de não ser visto, ouvido ou compreendido. É possível estar cercado de vozes, risos e movimentos e, ainda assim, sentir um vazio silencioso por dentro. Ela se manifesta nos momentos em que o coração pede companhia, mas o mundo parece distante demais para alcançar.
          Às vezes, a solidão chega como professora. Ela nos obriga a encarar quem somos quando não há distrações, quando não há máscaras para agradar os outros. Nesse silêncio desconfortável, aprendemos sobre nossas fragilidades, nossos medos e também sobre nossa força. É ali que descobrimos que estar só não precisa significar estar perdido.
          No entanto, a solidão prolongada pesa. Ela cansa a alma, cria perguntas sem respostas e faz o tempo parecer mais lento. Pode gerar a sensação de que não pertencemos a lugar algum, de que nossas dores não têm espaço para existir. Nessas horas, até os pequenos gestos fazem falta: uma conversa simples, um olhar atento, um abraço sincero.
          Ainda assim, a solidão não precisa ser o fim. Quando reconhecida e acolhida, ela pode se transformar em ponte — um convite para buscar conexões verdadeiras, começando por nós mesmos. Aprender a fazer companhia a si é um ato de coragem. E quando finalmente compartilhamos quem somos, a solidão perde força, pois descobre que nunca foi feita para durar para sempre.
          
          Ali★