Sabe quando você ama uma coisa, mas ela começa a te pesar como um fardo? Pois é.
Hate, todo mundo recebe, mas quando ele é excessivo se torna prejudicial.
Eu vou dar um tempo, um tempo de verdade, sem data pra voltar, mas não vou sumir daqui.
Não é falta de amor pela história, é cansaço, cansaço de ouvir as pessoas desmerecendo meu trabalho, como se fosse uma cobrança atrás da outra. Cada frase dessas vai virando cansaço, vira uma vozinha chata dentro da minha própria cabeça, até que um dia você olha pro texto que tanto amava e sente... nada, só um aperto no peito.
E a vontade some, some junto com a confiança e o amor que você sentia pela escrita.
O meu porto seguro virou um local de muita comparação, falsas acusações e desmerecimento, então, por enquanto, vou guardar tudo numa pasta e deixar quieto. Não vou apagar, não vou jogar no lixo, só vou parar, porque insistir agora seria forçar a barra comigo mesma.
Quando a poeira baixar e essas vozes externas pararem de ecoar aqui dentro, quem sabe eu volte, mas primeiro preciso lembrar por que comecei a escrever.
Bjuu, é isso angels.
NV.