E o pior é que a ideia de viver um romance desses lindo no começo, caótico no meio, desastroso no final, me deixa radiante. Eu fico feliz, vivo, elétrico, como se tivesse ganhado um superpoder emocional. Fico todo bobo, igual protagonista de comédia romântica que ainda não percebeu que o filme é na verdade um drama e eu nem sei explicar o motivo. Talvez porque desde sempre eu tenha essa preferência por histórias que dão errado. Romances que doem, mas doem bonito, quase poético, como quem escolhe tropeçar de maneira elegante igual aquela atris de o diário de uma princesa