As mãos do príncipe circularam sobre os braços machucados de sua irmã, acolhendo-a nos seus. Era improvável não haver o sentimento de culpa; ele a destinou àquele fim. Ele desenhou cada passo que ela deveria seguir, mas agora, talvez ao ver as consequências, seu peito doía para parar o que começou.
Se os deuses fossem bons, ele mudaria. Ele mudaria o final que estava reservado a eles.