bruninha69

Oi

brumilla2019

Em algum momento, o assunto acabou. O silêncio que ficou não era desconfortável; pelo contrário, era bom. Ludmilla segurou minha mão por alguns segundos, e eu senti meu coração acelerar.
            Ludmilla: Boa noite, Brunna— ela disse, com a voz suave.
            Brunna: Quem disse que vamos dormir agora? 
            Vi Ludmilla dar um sorriso de canto, que eu conhecia muito bem
            Ludmilla: o que pretende fazer? Me mostra 
            Partir desesperadamente pro beijo, cheio de desejos e saudades. Ludmilla foi logo tirando a minha roupa, Começou a beijar os meus peitos, foi trilhando os beijos até lá embaixo, eu já estava enlouquecendo 
            Brunna: me come logo, Ludmilla 
            Logo depois dessa frase, Ludmilla me fez um oral maravilhoso, eu cheguei no meu orgasmo, ela já estava dura, eu estava doida pra sentir
            Ludmilla: eu preciso de você, amor, eu estou com muita vontade de você
            Brunna: repeti pra mim
            Ludmilla: para de maltratar
            Coloquei Ludmilla de pé e fiquei ajoelhada, fiz o que ela me pediu.  Fomos pra cama, como estávamos na casa dos meus pais e luna estava do lado fizemos o menor barulho possível. Mas era impossível, Ludmilla me dava fogo, muito fogo 
            Brunna: você acabou comigo, meu Deus
            
            Ludmilla: eu sou a melhor no que faço, mas confesso que você me cansou também, estou morrendo de sono 
            
            Brunna: vamos dormir, boa noite, garota 
            
            Ludmilla: boa noite, tia Brunna. 
            
            Fechei os olhos com um sorriso que não conseguia esconder. Pela primeira vez naquela noite, senti que estava exatamente onde queria estar.
            
            
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brumilla2019

Vê se tá bom 
            Brunna on
            Terminamos o jantar entre risadas e conversas que pareciam não ter fim. O clima estava leve, aconchegante, e eu me peguei observando Ludmilla mais vezes do que deveria. Às vezes nossos olhares se encontravam e ela sorria daquele jeito que fazia meu coração disparar.
            Quando a noite finalmente chegou e cada um começou a se preparar para dormir, senti um friozinho na barriga. A casa estava silenciosa, iluminada apenas por algumas luzes fracas do corredor.
            Entrei no quarto e encontrei Ludmilla já deitada. Ela ergueu os olhos do celular e sorriu ao me ver.
            Ludmilla: Achei que você fosse demorar mais.
            Brunna: Também achei — respondi, sentindo minhas bochechas esquentarem.
            Ela abriu espaço ao seu lado e, sem dizer muita coisa, me aproximei. Ficamos conversando baixinho sobre coisas bobas, lembranças, planos e medos. A cada minuto parecia mais fácil ficar ali.
            
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