Faltam apenas dois dias.
Sexta, à meia-noite, nasce Santidade Profana.
Entre o sagrado e o proibido, entre a culpa e o desejo, esta não é apenas uma história, é uma experiência. Uma travessia intensa onde a fé hesita, as certezas estremecem e cada silêncio pesa mais do que mil palavras. Quando o relógio marcar as doze badaladas, nada ficará intocado.
Mas atenção, o fim é apenas o princípio.
Há feridas que parecem cicatrizadas até alguém lhes tocar com açúcar. Há promessas que soam suaves até revelarem o travo oculto que guardam. Por vezes, aquilo que se apresenta como doce é apenas a forma mais subtil de servir o inevitável.
Depois da santidade, a provação.
Depois do profano, a consequência.
À meia-noite, tudo começa.