emilia_schneider

Mais um capítulo no ar, boa leitura!
          	O próximo sai sexta-feira. Depois, vou deixá-los programados para todo sábado ao meio-dia.

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Assistindo In Treatment para analisar a linguagem corporal dos atores e melhorar minha escrita. O terapeuta Paul é interpretado pelo Gabriel Byrne, o mesmo ator que fez o Earl Haraldson em Vikings. Comparei a atuação dele em dois episódios das duas séries. 
          É incrível como ele me passa a sensação de segurança como terapeuta, e aquele desconforto de pai autoritário como Earl. Me perguntei se era realmente o mesmo ator.
          Não sei se é porque ele é um ótimo artista ou se eu que nunca parei para analisar atuação tecnicamente. De qualquer forma, foi um achado muito aleatório, de todos os personagens de Vikings, eu cair na análise justamente de Haraldson kkkk

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Eu, Eu Mesma e Um Livro #1 Tudo começou com um sonho…
          
          Eu sempre gostei de escrever, e por pelo menos uns quinze anos o meu sonho era ser escritora.
          Mas, adaptando uma frase de Tywin Lannister sobre o amor, você “não pode comer um sonho, nem comprar um cavalo com ele, nem aquecer os salões numa noite fria” (George R. R. Martin, O Festim dos Corvos).
          Bem, se for um sonho de padaria, dá pra comer sim, mas você entendeu o que eu quis dizer.
          
          Na minha adolescência, eu escolhi um curso de graduação baseando-me nesse desejo. Era apaixonada por História e fã de Percy Jackson. Como o autor, Rick Riordan, era professor de História, eu segui o mesmo caminho.
          E durante todos esses anos, eu me sentei na frente do notebook, ou com papel e caneta na mão, e simplesmente… escrevi. E foi assim que eu nunca consegui terminar um romance.
          Houve momentos em que escrevi quatro fanfics ao mesmo tempo e publiquei os primeiros capítulos. Depois, a inspiração morreu e eu deletei tudo. O mesmo aconteceu com as minhas dezenas de narrativas originais. Viraram lembranças vagas.
          
          Então, eu deixei o sonho morrer. 
          Porém, quando pensava que tinha desistido, eu resolvi estudar. De verdade. Um ano depois, eu tenho o meu primeiro livro pronto. Ou, pelo menos, a primeira versão revisada dele. Se está bom, aí é outra história. Mas o passo foi dado.
          
          Continua…