Ele abriu a porta para mim como se nada tivesse acontecido.
Eu saí.
Ou melhor… tentei.
Minhas pernas estavam bambas, trêmulas, quase incapazes de me sustentar. Saí da sala sem conseguir respirar direito, sem lógica, sem controle.
Louca.
Ridiculamente louca para que a noite chegasse logo.
Porque eu era uma filha da puta sem vergonha na cara… e ele sabia exatamente disso.
Jaja.