Cof cof
— Meu amor... por favor, eu posso? — Minho pediu baixinho, a voz trêmula de desejo, mas os olhos cheios de um respeito genuíno.
A vulnerabilidade naquele pedido fez o peito de Jisung esquentar de uma forma que ia muito além do físico. Ele estava completamente entregue, derretendo-se sob a devoção daquele homem que, mesmo queimando de vontade, ainda colocava o seu bem-estar em primeiro lugar.
— Pode, Minho... por favor, faz isso por nós — Jisung suplicou, puxando-o para cima pelo tronco, ansioso para sentir o peso do corpo do marido contra o seu de uma vez por todas.