monamecrite

Queridas pessoas,
          	
          	Iniciei a publicação oficial de “Medula” com as pontas dos dedos um tanto frias, haja vista a minha ausência prolongada — não somente neste espaço, mas do mundo da escrita ficcional. O processo da escrita me toca em locais bastante íntimos e, por isso, vejo-me excessivamente criteriosa com o que compartilho e com o que guardo apenas para meu deleite. Essa postura firme em relação à minha criação não me permite sentir pleno prazer no ato de mostrar; sempre nutro um profundo medo da rejeição ou da inevitável invisibilidade do meu trabalho.
          	
          	Contudo, tenho me esforçado para sentir orgulho de minha nova criação, a qual venho gestando há praticamente dois anos. Decidi que era a hora de colocar esse escrito em algum lugar além de mim. Ainda não sei como lidar com a sensação de pequenez e silêncio desse processo; nem mesmo sei se essa história chegará a outras pessoas — e, se chegar, como ela será recebida? São questões que não sou capaz de responder neste momento.
          	
          	De toda forma, se alguém — independentemente de quem — ler o meu texto, espero que aproveite e sinta algo sobre o que leu. Sem a pressão de que esse sentimento precise ser necessariamente bom. Apenas torço para que sintam algo genuíno através das palavras que escrevi com os meus próprios sentimentos.
          	
          	Boa leitura de “Medula”!

De-siderare

Minha cara, saiba que você tem um dom que muitos anseiam, é muito difícil trespassar esse véu que separa o que está na mente para a concretude do papel. Digo isso motivada pela experiência e frustração constante de quem tem muito a dizer, mas não consegue quebrar essa barreira intransponível da consciência. Só… continue. 
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monamecrite

Queridas pessoas,
          
          Iniciei a publicação oficial de “Medula” com as pontas dos dedos um tanto frias, haja vista a minha ausência prolongada — não somente neste espaço, mas do mundo da escrita ficcional. O processo da escrita me toca em locais bastante íntimos e, por isso, vejo-me excessivamente criteriosa com o que compartilho e com o que guardo apenas para meu deleite. Essa postura firme em relação à minha criação não me permite sentir pleno prazer no ato de mostrar; sempre nutro um profundo medo da rejeição ou da inevitável invisibilidade do meu trabalho.
          
          Contudo, tenho me esforçado para sentir orgulho de minha nova criação, a qual venho gestando há praticamente dois anos. Decidi que era a hora de colocar esse escrito em algum lugar além de mim. Ainda não sei como lidar com a sensação de pequenez e silêncio desse processo; nem mesmo sei se essa história chegará a outras pessoas — e, se chegar, como ela será recebida? São questões que não sou capaz de responder neste momento.
          
          De toda forma, se alguém — independentemente de quem — ler o meu texto, espero que aproveite e sinta algo sobre o que leu. Sem a pressão de que esse sentimento precise ser necessariamente bom. Apenas torço para que sintam algo genuíno através das palavras que escrevi com os meus próprios sentimentos.
          
          Boa leitura de “Medula”!

De-siderare

Minha cara, saiba que você tem um dom que muitos anseiam, é muito difícil trespassar esse véu que separa o que está na mente para a concretude do papel. Digo isso motivada pela experiência e frustração constante de quem tem muito a dizer, mas não consegue quebrar essa barreira intransponível da consciência. Só… continue. 
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