Houve uma década em que o rosto de Vivienne
Sévère vendia mais revista em Paris do que o de qualquer atriz. Ela era a mulher do corte enviesado, do preto que ficava de pé sozinho, do lendário casaco Corvo - a criadora que ergueu um império do nada e reinou sobre a alta-costura ao lado de um único rival à altura: Auguste Aumont, o mestre alfaiate cuja guerra pública contra ela durou trinta anos e vendeu manchetes no mundo inteiro.
Então o império ruiu. Vivienne perdeu a única coisa que era sua de nascença: o próprio nome.
Proibida de assinar as próprias criações, convencida de que fora Auguste quem a destruíra, ela desapareceu do mundo por vinte anos.
Agora Auguste está morto - e, no testamento, deixou para a mulher que passou duas décadas alimentando seu ódio por ele, três coisas impossíveis: uma chave, uma jovem, e um envelope.
Vivienne retorna do exílio determinada a criar uma última vez. Uma resposta aos últimos vinte anos. A última coleção de uma lenda viva que o mundo achou que jamais voltaria.
Te convido a ler meu livro ‘Vivienne Sévère’ <3