É com o coração apertado que anuncio a conclusão do livro O doce amargo das despedidas. Foi uma jornada longa – mais do que eu esperava – e bonita. Muito bonita. De início, seriam apenas 30 capítulos, mas decidi explorar um pouco mais algumas vivências e revisitar lembranças – boas, mas também doloridas. Este livro marcou um momento importante da minha vida, no qual pude encerrar, de um jeito bonito, nostalgias e melancolias que me acompanhavam há algum tempo.
O que quero dizer é que me vi vulnerável diante do passado e de todas as coisas que costumamos deixar para trás – as decisões e escolhas, as não escolhas –, e consegui ressignificar tudo isso de forma tão pura, transparente e verdadeira. E que, a nostalgia é traiçoeira, pode aprisionar, impedir de avançar e de viver o presente. Mas também é necessária. Ela significa que você viveu momentos bons – e momentos ruins –, e não quer dizer que não possa revisitá-los com outro olhar, com cuidado e responsabilidade, para seguir em frente.
Enfim, eu espero que vocês gostem.
E espero, com todo o meu ser, que este livro alcance muitas pessoas.
Aos que ficaram até aqui,
espero que nos encontremos em breve.
Um grande abraço,
Thamara N.