simsoueuH

Leiam essa nova história cheia de poesias e pequenas loucurinhas
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J_Pines

O corpo doía. Não uma dor comum. Ela não percorria o local e arrepiava a pele; não sangrava. E se porventura cessasse  —mas não o faria— não haveria cicatriz.
          
          A sensação daquela dor começava na boca do estômago, pequena a princípio. Depois subia lentamente pelo tórax, tirando o ar dos pulmões, aumentando cada vez mais, agarrando-se como gavinhas nas costelas e pressionando-as. A pior parte havia de ser quando ela se aninhava no peito, e como um roedor, consumia tudo ao redor.
          
          ...

simsoueuH

Oi @ J_Pines obrigado por me dar o privilégio de relembrar isso, é magnífico, belo e doloroso. Toca exatamente naquele "lugar nenhum" entre as costelas, corroendo tudo enquanto o único "desejo" é existir... 
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