—Não acredito. Meu sobrinho puxou mesmo a cara daquele vagabundo do Damon? Era só o que me faltava.
Mattheo fitava Klaus com uma curiosidade, mais ainda permanecia ao lado de Dominique, parecendo com medo de se aproximar.
—Vem aqui, garoto. Eu não mordo. Só quem faz mal à de nós.
Os olhos de Nik marejam. Ele endireita a postura, tentando impor seriedade.
—Meu sobrinho. Meu sangue. Um Mikaelson... É impressionante. Você, mesmo sendo igual ao pai, tem um pouco da sua mãe.
Dali em diante, Mattheo tem um segurança particular.
Nik vai protegê-lo com todas as suas forças.
(Klaus titio protetor, tudo o que eu precisava)