sushicomtare
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oi gente,
queria dizer que eu me aceitei transboy e pansexual, tô feliz comigo mesmo e me sinto mais eu mesmo agora.
ravi - ele/dele
sushicomtare
“LOBOS” ensina que sobreviver já é um ato de coragem.
Desde o início, a história mostra que algumas vidas nascem marcadas pela dor. Que nem todo lobo cresce protegido pela alcateia, e que, às vezes, amar significa apenas continuar respirando mesmo quando tudo em volta tenta te quebrar. Felix não é forte porque nunca caiu, ele é forte porque caiu muitas vezes e, ainda assim, continuou se levantando.
“Lobos” fala sobre silêncios que machucam mais do que gritos. Sobre traumas que não passam, apenas aprendem a ser carregados. Ensina que o medo não torna ninguém fraco, e que pedir ajuda não é fracasso, é instinto de sobrevivência. O lobo de Felix nasce do sofrimento, mas também do amor que ele se recusa a deixar morrer.
“LOBOS” mostra que ninguém se salva sozinho. Que o amor verdadeiro não é posse, não é domínio, não é marca forçada na pele. Amor é correr pela floresta mesmo ferido, é chamar pelo nome de quem se ama até a voz quebrar, é reconhecer o outro mesmo quando tudo parece perdido. Hyunjin não salva Felix por ser mais forte, ele o salva por nunca desisti de procurá-lo.
“Lobos” também ensina que o passado deixa cicatrizes, mas não define o fim. Que monstros existem, mas não têm o direito de escrever a última página. O lobo abusador pode ser maior, mais violento, mais temido, mas ele nunca será amor. E isso, no fim, faz toda a diferença.
“LOBOS” é sobre escolher viver mesmo quando o corpo implora para desistir. Sobre proteger o que ainda não nasceu. Sobre encontrar abrigo no outro e, finalmente, permitir que o próprio lobo exista.
No fim, a maior lição não é sobre dor. É sobre resistência. É sobre amor. É sobre finais que, apesar de tudo, ainda podem ser felizes.
Eu amo “LOBOS”
sushicomtare
A vida não pede permissão
quando decide encerrar capítulos.
Ela fecha portas com mãos frias,
apaga nomes no meio da frase,
deixa histórias sangrando sem ponto final.
Alguns destinos nascem condenados ao silêncio,
ao amor interrompido,
à promessa que não chega a ser dita.
Há finais que não ensinam nada,
apenas doem.
Mas existe um outro lugar.
Um território feito de palavras,
onde a morte espera, mas não vence,
onde o sofrimento não é o último parágrafo.
Ali, mãos cansadas reescrevem o que o mundo quebrou.
Na ficção, o amor sobrevive.
O perdido é encontrado.
O que foi arrancado volta a respirar.
Não para negar a dor da vida,
mas para suportá-la.
Porque quando a realidade insiste em finais tristes,
inventar finais felizes não é fuga,
é resistência.
E enquanto houver alguém disposto a escrever,
nenhuma história estará realmente acabada.
sushicomtare
Pra quem tem dificuldade em entender poesias, fiz um resumo fácil da minha:
A vida, muitas vezes, termina de forma cruel. Ela tira pessoas, quebra sonhos e deixa dores sem explicação.
Já as fanfics existem para mudar isso. Elas permitem que o amor continue, que ninguém precise morrer, que finais felizes sejam possíveis.
Não é para fingir que a dor não existe, mas para aguentar viver com ela.
Escrever finais felizes é uma forma de resistir.
Enquanto houver histórias sendo escritas, nada precisa acabar em tristeza.
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