Gosto de observar mais do que falar, e transformar o que eu vejo (ou sinto) em histórias. Escrevo tarde da noite, quando tudo fica mais silencioso e os pensamentos finalmente ganham espaço. É nesse horário que minhas ideias fazem mais sentido - mesmo quando não fazem sentido nenhum.

Sou alguém que se perde facilmente em detalhes, em diálogos imaginados, em cenários que nunca aconteceram, mas poderiam ter acontecido. Às vezes, escrevo para organizar o caos da minha cabeça; outras vezes, para fantasiar; ou simplesmente para dar forma ao que eu não consigo dizer em voz alta.

Minhas narrativas carregam um pouco disso: emoções intensas, segredos mal resolvidos, amores complicados, personagens que quase nunca são só "bons" ou "ruins" e finais que nem sempre são felizes, mas sempre são honestos. Gosto do meio-termo, do desconforto, do que fica depois que a página termina.

Tenho uma conexão forte com histórias que carregam atmosfera. Por isso, me sinto muito atraída por terror, suspense e dark academia, gêneros que trabalham bem o mistério, a tensão e tudo aquilo que fica subentendido.

Também sou bastante fangirl, então é bem provável que minhas referências escapem entre as páginas sem aviso - seja em estruturas narrativas inspiradas em filmes ou séries, cenas que parecem enquadradas como cinema, ou fragmentos de letras da Taylor Swift nas entrelinhas.

Se você entrou por acaso, talvez encontre apenas palavras amontoadas. Mas, se ficar, talvez se reconheça em algo que eu transformei em texto.
  • JoinedJuly 28, 2017



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